18 março, 2009
A nossa função pública
Função pública local - 5 000 trabalhadores
Administração central nos Açores - 500/600 trabalhadores
17 março, 2009
12 março, 2009
09 março, 2009
IROA
05 março, 2009
30 anos, 30 nomes - Correio da Manhã
Assim não!

Os dados publicados num relatório da ONU, em 2008, já tinham sido projectados pelo INE (Instituto Nacional de Estatística) muito antes. Nessa projecção do INE também se refere que o problema da desertificação das regiões do interior de Portugal vai continuar, e aponta como principais causas a diminuição das taxas de natalidade e a fuga das populações para os grandes centros urbanos.
Este fenómeno também vai atingir os Açores.
Numa análise que fiz sobre dados estatísticos da nossa Região Autónoma, verifica-se que este problema já ocorre há alguns anos e não tem tido a devida atenção por parte do Governo e dos Municípios da Região.
Nos Açores há cada vez menos população, não só por falta de nascimentos mas também porque em algumas das ilhas mais pequenas o problema se agrava com a saída de jovens à procura de melhores condições de vida e de emprego.
Há 15 anos que se assiste, impavidamente, à diminuição da população açoriana. As estatísticas, que são fundamentais para o planeamento e a adopção de medidas correctivas, não podem ser ignoradas. Os números são bem elucidativos:
Entre os censos de 1991 e 2001 houve um saldo migratório negativo de 10.240 indivíduos – o que quer dizer que emigraram, saíram destas ilhas, mais de 1000 indivíduos por ano.
Entre 2000 e 2007 houve uma redução de 3500 indivíduos no grupo etário entre os 0 e 14 anos e durante este sete anos, a taxa bruta de natalidade desceu de 13.2 para 11.7.
De 1994 a 2007 houve uma redução drástica no número de alunos matriculados no 1º ciclo das escolas da Região. Se em 1994 tínhamos 21.260 alunos, em 2007 havia apenas 13.880. Uma incrível redução de 7.380 alunos.
É muita gente que vai fazer falta ao futuro dos Açores.
Ora, se está provado que é uma maior concentração de população que leva ao crescimento das actividades económicas e à criação de emprego e se é a concentração de população que obriga à construção de equipamentos colectivos, a melhores transportes e vias de comunicação, é fundamental adoptar políticas para aumentar as taxas de natalidade e a fixação dos jovens nas suas ilhas de origem.
Se não o fizermos, cada vez mais jovens vão continuar a sair dos Açores, ou a sair das ilhas mais pequenas para as de maior dimensão e com mais população.
De entre essas políticas coloco a de habitação, que deve oferecer excepcionais facilidades de acesso, sobretudo para os jovens.
Com habitação e emprego estarão reunidas condições favoráveis a todos os que anseiam constituir família e ter filhos.
03 março, 2009
01 março, 2009
Viagem de Finalistas
O PS/Açores, em fim de ciclo, faz a sua viagem de finalistas, pois não sabe quando será a sua próxima oportunidade.
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26 fevereiro, 2009
23 fevereiro, 2009
19 fevereiro, 2009
Os jovens dos Açores precisam de um programa de Arrendamento.

- Que seja melhor do que o IAJ – o programa nacional de Incentivo ao Arrendamento Jovem, que há pouco tempo foi transformado no Porta 65, e,
- Que seja bem melhor do que o Programa Jovens ao Centro, aprovado em 2006, pela maioria socialista na Assembleia Legislativa Regional dos Açores.
O Porta 65 pouco ou nada tem apoiado o arrendamento jovem nos Açores. Tal facto deve-se, tão simplesmente, à falta de publicitação do programa.
Não se conhece um único ponto, uma única loja, onde os jovens se possam dirigir e obter esclarecimentos para apresentação de candidaturas ao Porta 65.
As pouquíssimas candidaturas que existem foram feitas pela Internet e o seu escasso número é de 17, em 8 mil e sessenta e um das candidaturas aprovadas nos últimos quatro períodos de candidatura.
Quanto ao designado Programa Jovens ao Centro, que tem por principal finalidade uma maior concentração de população nas cidades dos Açores, embora o pretenda sob a capa de uma revitalização dos centros históricos, deverá ser revogado.
Deverá ser revogado, não só porque é contrário aos princípios que defendemos para a fixação de jovens e de casais jovens nas ilhas de menor dimensão, mas também porque algumas das suas normas parecem contrariar a Lei do Arrendamento Urbano.
E tanto assim é que, decorridos quase três anos da sua aprovação, ainda não foi objecto de regulamentação.
12 fevereiro, 2009
Era só o que faltava
Só espero que isto não passe do papel..
11 fevereiro, 2009
Visita ministerial à Região Autónoma dos Açores
Rejeitando o uso dos aviões de carreira, a comitiva ministerial viajou em Falcon, no domingo, dia 8, ao fim da tarde — e acabou por não conseguir aterrar em Ponta Delgada, tendo regressado à capital, depois de ter andado às voltas sobre a ilha de São Miguel, no meio da tempestade, certamente com muito incómodo e até susto dos dez viajantes vips.
Ora, 45 minutos antes da hora prevista para a chegada do voo especial em que se fazia transportar o MAI e comitiva, o habitual voo da SATA Internacional Lisboa-Ponta Delgada aterrou no horário e sem problemas.
O programa incluía “cerimónias” várias, que foram adiadas sine die.
Importa apurar os contornos desta visita ministerial, a primeira de um ano recheado de eleições.
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A selecção.. portugo-brazileira??????
30 janeiro, 2009
Terreiro de São Mateus

No próximo Domingo, dia 1 de fevereiro, ocorrerá uma concentração de praticantes de desportos de ondas no Terreiro de São Mateus pelas 13h00m, Ilha Terceira.
O objectivo é chamar a atenção das autoridades competentes para que se proceda a um ajuste na intervenção, junto à zona onde se pratica surf e bodyboard, sem desvirtuar a filosofia geral do projecto que vai do Terreiro de São Mateus até ao Negrito, pelo litoral de elevado valor lúdico e paisagístico.
Sendo os desportos de ondas uma actividade que ocorre principalmente na Época Baixa acham os seus praticantes que é do interesse do todos, principalmente da freguesia de São Mateus e do seu anunciado Roteiro Turístico, que dentro do razoável se preserve essa zona de surf que é a única de toda a Costa Sul da Terceira sendo um excelente complemento em toda a oferta lúdica disponível na freguesia e concelho de Angra.
Os proponentes, conscientes das dinâmicas em jogo, sugerem que a obra avance começando no sentido Negrito – Terreiro para que assim não se atrase o início da mesma e haja tempo para repensar o pequeno troço final, junto à zona de desportos de ondas, no Terreiro de São Mateus.
Neve em São Jorge
Fotos tiradas no Pico da Esperança (ponto mais alto de São Jorge, e onde, há alguns anos atrás, aconteceu o desastre de aviação) e enviadas pelo Deputado de São Jorge Mark Marques



























