29 janeiro, 2009

Ilhas de Bruma

Neve nas Flores






Fotos enviadas pelo Deputado Antonio Maria Gonçalves da ilha das flores.



27 janeiro, 2009

Conselho de Ilha da Ilha Terceira

Reunião Ordinária do dia 2 de Maio de 2008 - ACTA (Inicio)


Presidente da Mesa: Muito bom dia. Vamos então iniciar a nossa Assembleia de Ilha. Eu passaria a palavra à dona Rita, no sentido de fazer a chamada dos Conselheiros.

Rita Branco: António Maio, Fernando Rocha, Fernando Sieuve, Rita Branco, José Pedro Cardoso, Roberto Monteiro, Ricardo Barros, António Toledo, João Luís Santos, Aurélio Fonseca, Berto Graciliano, Humberto Machado, Rui Ferreira… O Rui Ferreira… O Rui não disse nada…

Presidente da Mesa: Não, o Rui mandou-me aqui uma carta justificativa da sua ausência.

Rita Branco: Pronto.

Presidente da Mesa: Está aqui. Não, não é esse. Espera aí. Rui… Rui Ferreira (imperceptível). E o Francisco Coelho. São os únicos que justificam.

Rita Branco: Jorge Leonardo…

Presidente da Mesa: Não está. Quem está é o Sandro Paim.

Rita Branco: José Leonel Álamo Meneses…

Presidente da Mesa: Esse não está.

Rita Branco: Paulo Ferreira não está. José Manuel Ferreira Pimentel Dias.

Rita Branco: Deputados: António Parreira, José Gaspar, Francisco Coelho, Cláudia…

Presidente da Mesa: Peço desculpa. O Francisco Coelho justifica a sua ausência. Não está.

Rita Branco: Fernanda Trindade, Osório, António Ventura, Clélio Ribeiro, Carla Patrícia, Artur Lima…

Presidente da Mesa: Não está.

Rita Branco: Está tudo.

Preocupados

Alguém me explica o que se passa no PS??? Andam por ai a lançar pedras, "cunhais" e "pedregulhos" mal alguém do PSD dá um passo... Tenham lá calma, guardem as vossas forças para mais tarde ainda temos muito caminho pela frente. Não tirem já as coisas da naftalina(termo muito na moda hoje em dia) senão ainda se estragam..

Ilhas de Bruma

Visto de S. Jorge

Calheta de S. Jorge

Coisas do céu!















PDL/HRT - 26 de Janeiro de 2009
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17 janeiro, 2009

Estatuto em vigor?

O XVIII Congresso dos sociais-democratas açorianos coincide com a entrada em vigor do novo Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma dos Açores. Uma coincidência engraçada não fosse o facto do Comandante Operacional dos Açores, Carvalho de Abreu, não ter hasteado a bandeira dos Açores hoje, tal como prevê o Estatuto no ponto 4 do artº 4º.

A justificação dada pelo Comandante é que não “recebeu da tutela qualquer indicação para hastear a bandeira açoriana nas unidades militares existentes na região”, o que não é nenhuma surpresa, uma vez que o Ministro da Defesa afirmou sexta-feira que o hastear da bandeira regional nas unidades militares dos Açores "não faz sentido”. A verdade é que Severiano Teixeira, enquanto cidadão, tem todo o direito à sua opinião, mas enquanto membro do Governo, está obrigado a cumprir a Lei em vigor, sem mais.

Prevê-se que este episódio tenha consequências: desde logo para o Ministro da Defesa, Severiano Teixeira, sob pena de se abrir um precedente deveras perigoso. Depois, e talvez mais grave, o extremar do centralismo e do sentimento anti-autonomias que, nestes últimos tempos, tem estado de volta a (partes de) Lisboa e que poderá se traduzir em atitudes que poderão prejudicar os interesses dos Açores.

Intervenções politicas


Intervenção do companheiro Rómulo Ávila, secretário geral da JSD

Intervenções politicas



"Independentemente de quem ganhe eleições internas, no dia seguinte somos todos pelo PSD" por Alexandre Gaudêncio

Moções no Congresso - Destaques

Alguns destaques das Moções Temáticas apresentadas no XVIII Congresso do PSD Açores.

“Dar Espaço aos Jovens”, Cláudio Almeida 1º subscritor

- “É na Região Autónoma dos Açores que se regista a mais alta percentagem de beneficiários do rendimento social de inserção. O impressionante número de 4900 famílias, que corresponde a 8% da população residente, precisa do apoio do Estado para satisfazer as suas necessidades básicas de alimentação”.

- “No período censitário 1991/2001, o saldo migratório foi de menos 10.240 indivíduos (…) Entre 2000/2007 houve uma redução de 3.500 indivíduos no grupo etário entre os 0 e 14 anos e uma redução de 13.2 para 11.7 na taxa bruta de natalidade. De 1994 a 2007 assistimos a uma redução drástica do número de alunos matriculados no 1º ciclo das escolas da Região. Se em 1994 havia 21.26 alunos, em 2007 estes eram apenas 13.880”.

- “Nos Açores, 80% dos roubos e pequena criminalidade são praticados por indivíduos que precisam de dinheiro para comprar drogas (..) Só no estabelecimento prisional de Ponta Delgada mais de 70% dos detidos são jovens com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, e estão presos por crimes relacionados com o tráfico de droga.

“Novas Bandeiras – O Mesmo Desígnio”. Ricardo Pacheco 1º subscritor

- “Nos Açores do século XXI existem cerca de 9,4 % da população analfabeta. Há neste momento mais de vinte mil açorianos sem qualquer grau de ensino e desses há mais de dezanove mil que têm dez ou mais anos e que são considerados analfabetos.

- “Para o PSD, a autonomia não podia permanecer reduzida à capacidade de, por via administrativa, os Açores adaptarem ou implementarem localmente as políticas definidas por Lisboa.”

- “Exigiu (o PSD) que a execução concreta das opções políticas, plasmadas sob a forma de lei, ficasse igualmente a cargo dos Açores e dos açorianos”.

- “A autonomia açoriana forjada pelo PSD em 1975 foi de tal modo inovadora a nível europeu que serviu de modelo para outras Regiões autónomas europeias.
- “Urge retomar a liderança do processo autonómico dos Açores. Só o PSD reúne as condições políticas e ideológicas para o fazer”

- “Portugal já não é um Estado unitário. É uma ilusão permanecer refém deste conceito”.

- “Torna-se necessário refundar a autonomia política. E isso faz-se é na Constituição da República”.

(Propostas concretas)

- “Consagrar o Estatuto como Constituição da Região”.

- “Eliminar do cargo de Representante da República, por manifesta inutilidade”

- “Assegurar a configuração da Região como círculo eleitoral para o Parlamento Europeu”

- “Prever a possibilidade, sempre que tal se justifique, de os órgãos de governo próprio da Região representarem o Estado português nas instituições da União Europeia e nos organismos internacionais”

- “Superar (…) a eliminação da proibição de partidos regionais”

- “Reformular do sistema político interno da Região, adequando-o àquilo que tem vido a ser a prática concreta dos últimos anos, substituindo o actual modelo parlamentarista – nunca praticado –, por um modelo presidencialista, contexto em que o Presidente do Governo Regional emergirá como Presidente dos Açores”

Intervenções politicas



"Iremos ganhar por nosso mérito e por mérito do nosso partido e não por demérito do PS" por Bento Barcelos

Intervenções politicas


"É necessário prevenir e não remediar problemas" por Nélia Branco

Intervenções politicas

Intervenções politicas



"É importante ter um partido aberto. Aos militantes e principalmente a quem quiser e vier" por Joaquim Machado

Intervenções politicas



"Duarte Freitas tem feito um excelente trabalho como Deputado Europeu" por Mark Marques

Intervenções politicas



"É necessário medidas para contrariar o alcoolismo nos jovens" por Luís Carneiro

Intervenções politicas



"É impressionante o numero de Jovens que "vive" no hi5 e que nos escapam" por Paulo Leal

Intervenções politicas



"Urge acabar com este falácia entre o co-share TAP/SATA" por João Nuno Almeida e Sousa

Paulo Ribeiro - Comunicar Ousar Arriscar

Ricardo Pacheco - Novas Bandeiras

Berta Cabral - PS e PSD são diferentes!

Clélio Menezes

Panoramica da Sala de Congresso


Uma pequena montagem para visualizar a sala de Congressos na sua plenitude

Fotos dos intervenientes




16 janeiro, 2009

Continuação dos trabalhos


Apresentação da Proposta Temática “Dar espaço aos jovens” por Cláudio Almeida

Abertura do congresso

Cobertura do Congresso

Mesmo à ultima eu e o Cláudio decidimos dar uma cobertura mais ou menos em directo do congresso. Claro que nisto de coisas à ultima da hora nunca dão certo mas vamos fazer o que puder-mos.. Por agora só temos vídeo... Nada de som.. Amanha as coisas deverão correr melhor...

Tromba..que?? Parte 2

Pois é também reparei nisso.. Parece que o pessoal do PS anda de tal maneira preocupado com a Câmara de Ponta Delgada que esquecem a sua própria governação. Acho que vamos criar uma nova rubrica aqui no paralelo37. Conselhos aos socialistas..
1º Conselho - Preocupem-se mais com as vossas câmaras do que com as nossas. Nunca se sabe o futuro.
2º Conselho - Preocupem-se menos com a Drª Berta e mais com a vossa apatia como governantes.
3º Conselho - E para finalizar... Parem de mandar artigos para o Açoriano Oriental a falar mal da Drª Berta. É que a população já começa a falar mal de vocês por não fazerem mais nada senão isso, sendo que o fazem só por fazer, sem razão e, acho eu que, muitas vezes sem vontade... Temos que agradar os chefes (dos dois tipos)..

Fiquei no 3º para não me alongar. Amigos do Blog, a quem desejar continuar façam favor..

15 janeiro, 2009

Tromba...quê?

"Trombalazana"



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09 janeiro, 2009

Pontos de Vista

Tab, «The Calgary Sun» & «Cagle Cartoons»

O conflito israelo-palestiniano é exemplo da guerra da informação e dos vários pontos de vista que se criam envolta do conflito que fechou um ano e abre outro, talvez, como pronúncia daquilo que irá acontecer neste novo ano.
O mundo fecha os olhos ao quotidiano daquela parcela do mundo, os olhos apenas centram-se quando rebenta a guerra. As legitimações da guerra e os porquês abrem telejornais. Talvez, porque a desgraça de um povo dê audiências...
No centro da guerra temos um povo que não a quer, que já vive em extremas dificuldades, que são motivo da influência do Hamas. Israel, parece ainda não ter percebido isso, quanto mais desgraça e mais funerais houver na Faixa de Gaza, mais legitimidade haverá para o Hamas. A infância perdida de muitos órfãos nesta guerra será pretexto de novos recrutamentos, de nova doutrina, de uma continuidade terrorista que o mundo, nem Israel quer. Os órfãos de hoje serão os terroristas de amanhã. Enquanto existir este ciclo de desgraça, haverá igualmente um ciclo de novo potenciais terrorista. Israel fabrica o seu próprio inimigo, doutrina-o e dá motivos para ser hostil. Os órfãos desta guerra serão fáceis de doutrinar, não será difícil passar a ideia de que quem matou os país e os irmãos é um alvo a abater...
Do outro ponto de vista, está um Estado que faz do seu quotidiano intervenções militares. Muitas delas legitimadas, qualquer país que visse cair rockets nas suas cidades teria posição semelhante à de Israel. Na imprensa e na blogosfera, muitos condenam Israel, o problema é que se esquecem que chove semanalmente - talvez diariamente - rockets sobre as suas cidades há meses. Israel falhou quando radicalizou a OLP de Arafat, dando espaço ao Hamas para crescer, agora tem entre maus um monstro que foi o próprio Estado de Israel a dar razões e motivos para a sua existência.
A razão não está apenas de um lado, os pontos de vista neste conflito são tão antitéticos. Optar por defender um facção sem querer ver os argumentos da outra é entrar no erro de esquecer as vitimas deste conflito, que ora são escudo de uma parte, ora são guarda avançada da outra. Que a geração que agora nasce e cresce nos escombros desta guerra, seja mais moderados do que aqueles que fabricaram a sua desgraça.

07 janeiro, 2009

São os socialistas que o dizem III

"Captar investimento externo não é a solução ideal para os Açores."

Monteiro da Silva, primeiro presidente da APIA (Agência para a Promoção do Investimento dos Açores), ex-presidente do conselho de administração da EDA e ex-conselheiro politico de Carlos César na "Convenção para Uma Nova Autonomia). In Correio dos Açores, 4 de janeiro de 2009.


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São os socialistas que o dizem II

Açorianos podem optar por novas diásporas

"As dificuldades de âmbito económico, nomeadamente ao nível do emprego, são, com efeito, hoje como no passado, determinantes importantes na mobilidade de saída, em especial da emigração."

"Não me custa assim acreditar que esta venha a ser considerada uma solução por parte de quem se sente sem perspectivas de trabalho na sua terra de origem."

Gilberta Rocha, especialista em Demografia, Professora Universitária e antiga deputada regional do Partido Socialista in Diário Insular.

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São os socialistas que o dizem

Açores vão sofrer mais uma vaga de emigração

“Com o fim das quotas leiteiras e o continuar de uma política de investimentos não reprodutivos, os Açores vão voltar a ser assolados, num prazo de 15, 20 anos, pela emigração”

“vamos voltar a ter de sair daqui para ter onde trabalhar e ganhar a vida”

"a Região tem vindo a fazer investimentos de rico, quando é pobre, paupérrima, aliás como o resto do país”

Artur Da Cunha Oliveira - Militante do Partido Socialista e antigo eurodeputado in Diário Insular.


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06 janeiro, 2009

Ainda sobre agricultura


O Ministro Jaime Silva é o principal responsável pelo facto de Portugal ter recusado participar numa minoria de bloqueio , que tinha como aliados a França e a Alemanha e que se propunha contrariar o inicio do desmantelamento das quotas leiteiras, em Abril passado!

04 janeiro, 2009

Lavoura açoriana em risco.

A lavoura açoriana passa por grandes dificuldades. Os subsídios que levaram tempo a chegar e o preço do leite ao produtor a descer. O presidente da associação agrícola de São Miguel já veio anunciar que 2009 será um ano difícil para a lavoura micaelense.
Hoje no açoriano oriental é notícia que cerca de 100 explorações agrícolas da ilha da Terceira estão em risco de fechar devido à descida do preço do leite.

29 dezembro, 2008

Personalidades do ano.

Política Regional:
Berta Cabral
Primeira mulher a liderar um partido Regional




Artur Lima
O Resultado obtido nas ultimas eleições Regionais pelo CDS/PP, sob a liderança de Artur Lima, foi uma surpresa para muitos .

DESPORTO:
Nelson Évora
Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim




Vanessa Fernandes
Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de Pequim




Cristiano Ronaldo
Eleito o jogador do ano pela FIFA




Política Internacional:

Ingrid Betancourt
Após vários anos em cativeiro, Ingrid é libertada e regressa a França.


Barack Obama
Primeiro Homem negro na Casa Branca.




17 dezembro, 2008

FESTAS FELIZES!




16 dezembro, 2008

Suboxone


Uma embalagem com sete comprimidos de Suboxone custa 22 euros ao utente e 15 ao SRS, um só comprimido atinge 30 euros quando vendido no mercado negro!

15 dezembro, 2008

Fazer o preço

Gary Brookins,«The Richmond Times-Dispatch»
A crise por agora parece ter efeitos positivos, as taxas de juros baixam constantemente, os produtos alimentares tendem a baixar e o petróleo está em baixa nos mercados internacionais. Como dizia um senhor no café esta crise é dos ricos, o pobre até está bem. A realidade pode não ser bem assim, mas anda lá perto.

O petróleo tem batido os mínimos dos últimos anos e caiu cerca de 100 dólares desde o pico de preços do Verão passado, onde tudo aumentava. Na altura, a OPEP dizia que o problema estava nos intermediários, nos especuladores que retiravam lucros entre o produtor e o consumidor final. Os governos também aproveitavam, a melhor altura para subir os impostos é quando dá-se subidas, pois o imposto mistura-se com o aumento e simula-se o acréscimo de tributação.

O preço da matéria-prima caiu, e não é notória essa quebra no produto final, os passes aumentaram, os combustíveis, os produtos alimentares, as prestações de serviços de transportes, as viagens aéreas... 100 dólares depois, os preços continuam na mesma, nem vale a pena referir o exemplo das nossas tão queridas SATA & TAP. O problema nem é que os preços não fizeram sentir a quebra de 100 dólares, o problema será quando começar a acontecer uma nova subida. Serão necessários novos reajustes, justificados pelo aumento e o consumidor com figura de parvo irá pagar dois aumentos pela mesma justificação quantitativa.

A OPEP já avisou, haverá cortes na produção. É a tal história da oferta e da procura... O problema não está na OPEP - pelo menos nesta história, não está - está sim, nas irresponsabilidade das empresas e governos em ajustar os custos de produção aos custos do produto final. É necessária competência na hora de fazer o preço. Afinal, estará sempre o consumidor no último reduto para pagar a factura...

09 dezembro, 2008

HORTA

De 9 a 12 de Dezembro estou na Assembleia legislativa Regional na Horta.

05 dezembro, 2008

O Poder da Atracção

O colega Rui Gamboa aqui numa caixa de comentário sugere a discussão do porquê dos partidos não conseguirem atrair jovens e o que deve ser feito para que os jovens possam chegar-se aos partidos e às suas juventudes partidárias. Primeiramente, sou defensor das juventudes partidárias, são estruturas informais de participação política e devem ser locais de aprendizagem política, consolidação ideológica, mas acima de tudo escolas de civismo. Devem ser por principio a primeira fonte de atracção dos jovens à política. Veja-mos assim alguns pontos, pelos quais entendo que os jovens não se chegam à política e aos partidos:
  1. Sentido de participação política. Os jovens de hoje são os mais informados da história do país, mas menos participativos. Esta natureza advém do falhanço das políticas educativas, em especial da história recente de Portugal. Também, porque as jotas não conseguem ter grande actividade política e ideológica, não falo das estruturas de topo, mas das de base. As actividades são mais de carácter recreativo.
  2. Ideologia. Não há uma definição ideológica dos partidos, vagueiam atrás do voto. Os partidos e as jotas não estão preocupados em ensinar e sedimentar a ideologia. Mais de metade dos jovens entraram nas jotas, porque é o partido do pai, porque está lá o irmão, o primo, o melhor amigo, @ miud@ que se gosta, o António e o Manel. Não há sentimento ideológico e depois de se fazer parte da estrutura, não há a preocupação de se explicar e ensinar a ideologia e o porquê de ser-se do partido X.
  3. O trigo e o joio. Sendo as jotas estruturas informais - ou pelo menos, menos formais - tem ciclos interessantes, para se ganhar um congresso ou uma votação não é preciso ter grandes ideias e propostas, basta ter muitos amigos. Isto, acaba por afastar alguns que podem ter ideias, mas não têm amigos.
  4. Saber entrar e sair/ Trampolim. As estruturas de base (núcleos) são algo monárquicos, entra-se para a liderança aos 18 fica-se lá uma data de anos e só se sai se for para um cargo maior. As jotas são entendidas como trampolins pessoais, coloca-se o eu à frente do nós.
  5. Discurso jovem. Há uma equação que poucos conseguem resolver, um discurso que os jovens percebam com ideias definidas e profundas. Quando há a primeira parte, falha a segunda - e vice-versa.
  6. Formação. Não há apostas na formação dos líderes de base (núcleos e concelhias), muitos acabam por ter actividades mais recreativas do que políticas, porque também não têm formação.
  7. Agenda e ideias próprias. As jotas têm que ter uma agenda própria e não podem viver das questões fracturantes. As jotas não têm actuações niveladas, andam aos altos e baixos ao longo dos anos.
  8. Distanciamento dos políticos. Os políticos estão noutro mundo e só descem às ruas no mês antes das eleições. Não basta fazer o porta a porta de quatro em quatro anos.
  9. Conhecimento. Muitos jovens acabam por não entrar nas jotas, porque não sabem o que elas fazem e para que servem. Depois, é preciso saber-se em qual entrar.
  10. Autonomia financeira. A região é pequena e a administração pública é o grande empregador, convém estar caladinho se queremos trabalho, ou pelo menos não ser do partido contrário do empregador. De preferência, é bom ser do partido do empregador...
  11. Pensamento. Nas jotas e nos partidos, querem ao seu lado, pessoas que pensem o mesmo. Se fosse eu, queria ao meu lado pessoas que pensem de forma diferente de mim, porque para chegar às mesmas conclusões, já tenho o meu cérebro. A realidade, é que se afasta os que divergem e agrupa-se os que pensam da mesma forma, isto limita as tomadas de posição de qualquer estrutura.
  12. Liberdade de expressão. Entrar num partido ou jota limita a liberdade de expressão, criticar abertamente o partido é mal visto. É impossível limitar-se a expressão dos jovens quando estão em fase de consolidação intelectual.

Quanto a mim, os pontos essenciais são os 7.8.10.12, também, porque não tenho disponibilidade e não serei uma mais valia. Estou afastado dos partidos, mas sigo com atenção os problemas que afectam o meu meio, e é isso que considero importante. Sei que muitos irão discordar, está aberta a discussão. Os que são velhos leitores do In Concreto, saberão que já estive na JS. Entrei por empurrão de um primo líder de núcleo, nunca fiz qualquer participação ou intervenção. Infelizmente, acho que a minha experiência nas jotas é espelho de grande parte dos jovens que fazem parte nas jotas. Porque é que sai? Comecei a pensar pela minha cabeça...

04 dezembro, 2008

Homenagem II

Francisco Sá Carneiro

Faz hoje, dia 4 de Dezembro, 38 anos desde a morte de Sá Carneiro no atentado (ou acidente) de Camarate.
Quem o conhecia, e quem leu o seu legado dizia que se tratava de um grande homem, com uma visão para o futuro, com coragem, determinação e o carisma necessários para levar Portugal mais longe. A sua afirmação no Partido não se deu sem controvérsia. (como parece apanágio dos grandes líderes). Fundou o PPD (depois designado PPD-PSD,, liderou, saiu, voltou, formou governo com a AD (juntamento com Freitas do Amaral do CDS e Ribeiro Telles do PPM)... e quando partiu para um comício do Porto, morreu, juntamente com Adelino Amaro da Costa (ministro da defesa), com a sua companheira Snu Abecassis (sua companheira, mesmo depois de não estar ainda o seu divórcio formalizado, o que suscitou grandes críticas e preconceitos da sociedade portuguesa), com o piloto e co-piloto.

O PSD, como o blog PPTO diz, ainda hoje está órfão de pai.

Homenagem

03 dezembro, 2008

Desertificação. E nós?


Na visita que o Presidente da República fez, a semana passada, ao Alto Alentejo, nomeadamente ao distrito de Portalegre, referiu-se ao problema da desertificação do interior de Portugal continental, motivada pelo envelhecimento da população e pelo despovoamento. Certamente que o fez na sequencia do relatório das Nações Unidas, já aqui referido pelo Tibério Dinis, no qual foram divulgados estudos que projectam uma redução da população portuguesa, na ordem dos 700 mil habitantes, nos próximos 40 anos.

Esta mesma conclusão foi projectada pelo INE, num estudo publicado já em 2005, chamando particular atenção para a acentuada diminuição da população nas regiões do interior, em oposição a uma cada vez maior concentração nas grandes áreas urbanas. Este fenómeno, com principal origem na crescente diminuição das taxas de natalidade já está a atingir a Região Autónoma dos Açores que, mesmo sendo a região de Portugal com maior índice de população jovem, não foge a esta regra. O problema manifesta-se em algumas das nossas ilhas mais pequenas, não só por haver cada vez menos nascimentos mas sobretudo pelo comprovado êxodo de jovens à procura de melhores condições de vida noutras paragens.

Estatísticas da Educação sobre o número de alunos que frequentam as Escolas da Região demonstram uma clara e sistemática diminuição da população estudantil. Se no ano lectivo de 1993/1994 havia 21.264 alunos matriculados no 1º ciclo do ensino básico, dez anos depois este número caiu para 16.981. Notícias publicadas em 2007, que deveriam ser motivo de alarme e de grande preocupação para o governo da Região, davam conta que o número de alunos matriculados naquele 1º ciclo para o ano lectivo de 2007/2008 seria agora de 13.877. Ou seja, em pouco mais de uma década os Açores perderam 7.287 alunos. É muita gente que vai fazer falta ao nosso desenvolvimento.

É preciso encontrar e implementar soluções para contrariar esta tendência.

Ora, se uma maior concentração de população leva ao desenvolvimento das actividades económicas e consequentemente à criação de emprego, à construção de equipamentos colectivos e a melhores transportes e vias de comunicação, é inegável que cada vez mais jovens vão continuar a deslocar-se para as grandes áreas urbanas, levando à crescente desertificação das suas regiões de origem.

01 dezembro, 2008

Paralelo de Debate

Devo confessar que foi motivo de alguma reflexão a escolha do tema para o primeiro post aqui no Paralelo 37. Tal como o Tibério Dinis, também eu desejo seguir aqui uma linha diferente daquela da Máquina de Lavar, no entanto já sei que tal não será tarefa fácil.

Este blogue tem, porém, uma qualidade que nem a Máquina de Lavar nem qualquer outro com base nos Açores tem: é composto por um grupo de jovens interessados em debater assuntos do nosso interesse comum. Há muito que tenho consolidado o pensamento que os blogues são excelentes plataformas para a discussão de ideias; reunindo as condições necessárias para serem autenticas tertúlias virtuais. O Paralelo 37 tem agora todas as condições para estar na vanguarda desse espaço virtual de discussão, que se quer saudável, mas sem receios de confrontar opiniões.

Um bem-haja a todos!

25 novembro, 2008


21 novembro, 2008

Responsabilizar a Crise

Gary Varvel, "Indianapolis Star"
Os últimos tempos têm sido pródigos em grandes empresas socorrerem-se ao Estado, depois explosão da crise financeira esta tende a alastrar-se para sectores vitais da economia. Nos EUA os três colossos que durante um século prosperaram estão sem travões rumo à falência, a questão mais do que económica é ética deverá o Estado auxiliar estas empresas?

Há duas situações de fundo nesta questão, de um lado são os milhares de trabalhadores que nada têm haver com o problema e que por estes deve o Estado intervir, do outro lado está a responsabilização das administrações e dos accionistas por decisões erradas e projectos com morte anunciada. Não deveremos deixar uma empresa falir apenas por que é demasiado grande? O risco de falência não faz parte do mundo dos accionistas? E que culpa têm os trabalhadores no meio deste temporal?

O lucro ou falência fazem parte do mundo empresarial, se houve má gestão, são as administrações e os accionistas que devem abrir falência. A crise tem que ter responsáveis, não pode o contribuinte sustentar os erros daqueles que durante décadas tiveram lucro. Encobrir monstros não é para mim...

19 novembro, 2008

JSD Açores no Parlamento Açoriano



(Já todos nós sabemos, mas queria assinalar este facto)
Parabéns Cláudio, parabéns JSD.

Aproveito para cumprimentar os novos colegas aqui do blog :)

17 novembro, 2008

I Love that

"José Sócrates esteve na Escola do Freixo, em Ponte de Lima, a entregar computadores aos alunos do 1.º ciclo. Mas, depois de o primeiro-ministro ir embora, as crianças tiveram de devolver os Magalhães" in Sol.
Direito ao Contraditório: "A directora-regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, mandou uma equipa à Escola do Freixo, em Ponte de Lima, para perceber por que é que as crianças a quem Sócrates entregou computadores não os levaram para casa. Moreira concluiu que se tratou de uma «opção pedagógica» e que nos próximos dias os alunos poderão levar os Magalhães" in sol.

14 novembro, 2008

Política Educativa

Entendo que a avaliação é uma necessidade e o que se deve discutir é apenas o procedimento e os critérios, em boa medida acho que a sociedade portuguesa já entendeu que é necessário avaliar os docentes. Criticar a Ministra é fácil e pedir a demissão é algo contraprucedente, ainda para mais vindo dos professores.
Importa não esquecer que apesar de se discordar da política da educação, pelo menos temos uma política definida. Basta olhar para a lista dos 23 nomes que já passaram pelo Ministério da Educação desde 1976 e se quiser-mos recuar até ao 25 de Abril foram 31 os MdE. Sendo eu acérrimo defensor da estabilidade política, não vou defender demissões políticas, seja de que partido for.
Em ambas as partes temos assistido a más posições, a Ministra da Educação teima em abrir-se ao debate e a cultura do quero posso e mando não tem dado frutos. Do outro lado, os professores têm tido posições pouco dignas de uma profissão que se quer prestigiada. Diga-se que as últimas esperas à Ministra da Educação não foram condenadas pelos professores, basta dar uma vista de olhos pela opinião destes - em especial na blogosfera. Quando os professores são alvo de comportamentos violentos se não há uma condenação do MdE há um coro de assobios ensurdecedor, quando acontece o contrário, infelizmente há professores que aplaudem...

13 novembro, 2008

A SATA – e as tarifas promocionais.

Continua a ser muito pouco o que a SATA e a TAP pretendem “oferecer” aos Açorianos com as publicitadas tarifas promocionais entre os Açores e o continente, (O In Concreto faz referencia a este assunto). Entre as nossas ilhas tudo está como dantes, continua actualizado o que escrevi em Agosto do ano passado, que foi o seguinte:

As Orelhas do mercador …e a SATA

“Orelhas de mercador” e “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura” são os provérbios que melhor se adaptariam ao modo como o actual Governo Regional tem encarado a questão da redução do custo das passagens aéreas entre as ilhas dos Açores.

“Orelhas de mercador”; porque enquanto todos apelam à descida das tarifas das passagens aéreas - os partidos políticos da oposição, comerciantes, empresários e todos os demais que precisam de utilizar este meio de transporte - o actual governo dos Açores e o partido que o apoia olham para o lado e fazem de conta que não é com eles.

“Água mole em pedra dura…”; a esperança que temos que tal redução seja compreendida e adoptada, ainda pelo actual governo ou por outro que o substitua, por tantas vezes se repetir que o custo das passagens aéreas inter ilhas devem baixar.

Só com uma política de transportes aéreos de passageiros regulares e com tarifas acessíveis, entre todas as ilhas e para o exterior, é possível melhorar os índices de desenvolvimento de algumas das nossas ilhas e assim também contribuir para a fixação dos mais jovens. Lamentavelmente, este governo parece que ainda não o percebeu, há onze anos que governa os Açores.

Se o agravamento dos combustíveis e de taxas aeroportuárias serve de justificação para não se reduzir o preço das tarifas aéreas, não se compreende que a transportadora aérea açoriana - a SATA, que é uma empresa regional de capitais públicos, tenha apresentado lucros fabulosos de 4.9 milhões de Euros relativos ao ano de 2006.

Em pequenas economias onde a concorrência é escassa e facilmente se criam monopólios, aos bons governos cabe garantir e defender os interesses das populações assegurando a prestação de serviços de carácter público. As ligações aéreas entre as Ilhas dos Açores devem ter esse alcance. (…)

12 novembro, 2008

Sustentabilidade versus Tripolaridade

As assimetrias ilhéus nos Açores tendem aos poucos a agravar-se, a palavra tripolariedade entrou no quotidiano açoriano com a mesma facilidade com que as ilhas mais pequenas vêem escapar os serviços para as maiores. Venho ao tema devido à notícia d'O Público que em 2050 serão menos 700 mil portugueses. Os efeitos nacionais poderão não ser tão nefastos, mas temo que nesta data nos Açores comece-se a pensar profundamente na sustentabilidade de algumas ilhas onde o êxodo é maior e as dificuldades de assentar população são maiores.
Os Açores encontraram uma alavanca de desenvolvimento a várias velocidades que é causa das assimetrias que teimam em ser corrigidas, baseando a economia e os serviço essenciais em três vértices São Miguel, Terceira e Faial-Pico-São Jorge. Se o Estado - e não governo - é o primeiro a argumentar dificuldades económicas em manter serviços nas nove ilhas, dificilmente será o cidadão comum a querer suportar estes custos por muito amor que tenha à sua ilha.
É hoje consensual que é incomportável manter todos os serviços nas nove ilhas, mas não se poderá diversificar os serviços da administração pública? Repare-se os órgãos políticos regionais, a Universidade dos Açores, os Hospitais, as ligações a Lisboa, entre outr@s, estão centralizad@s nas mesmas três ilhas. Caso não se pretenda destruir a tripolaridade o quanto antes, que se tenha a consciência política de afirmar que a sustentabilidade de algumas ilhas corre sérios riscos num médio/longo prazo.

11 novembro, 2008

Haja Saúde

Chego ao Paralelo 37 pelo clique do amigo Cláudio Almeida - apesar de conhecer apenas pela net - um blogue que visito diariamente e que é simultaneamente um espaço jovem, crítico e aberto ao debate. Adjectivos estes, que infelizmente não estão generalizados na juventude açoriana. Perante o convite, é irrecusável.
Tentarei manter uma linha diferente do In Concreto, porque a clonagem não tem piada nenhuma. Vamos aos posts, às ideias e ao debate.

06 novembro, 2008

Campanha SOS cagarro – Ecoteca da Lagoa



A Ecoteca de Lagoa, no âmbito da Campanha SOS Cagarro 2008, acolhe nos dias 6, 7 e 8 de Novembro a exposição fotográfica: “A Madrugada das Cagarras” de Paulo Henrique Silva.

A exposição estará patente ao público em geral das 13:30 horas às 20:30 horas, na Ecoteca da Lagoa na Av. Vulcanológica nº3, Atalhada.

Nos mesmos dias irão realizar-se Brigadas Nocturnas de Salvamento de Cagarros. Os interessados devem comparecer na Ecoteca pelas 20:00 horas.

Apela-se à participação de todos.

A campanha SOS Cagarro, e especificamente as sessões informativas promovidas pela Ecoteca, tem como objectivo alertar a população em geral e os mais jovens dos perigos a que esta ave está sujeita nesta época do ano aquando do início da sua migração para a zona tropical. As luzes das povoações, automóveis e faróis frequentemente confundem os juvenis que acabam por ser capturados, feridos ou até atropelados.


Passagens

É inacreditavel o que se passa com a SATA. A novidade de ultima hora diz-nos que na Madeira a SATA está a fazer promoções em que na compra de 5 passagens ida e volta ao Continente, estas mesmo custam 700€. Ora conta não muito dificil.. 700€/ 5 = 140€...
Ainda por cima quem for residente tem direito ao reembolso de 60€ correspondente ao subsidio de mobilidade, o que faz com que a passagem fique pelo CARISSIMO preço de 80€... Válido ente 1 de Novembro e 29 de Março de 2009.
Nós mesmo com promoção pagamos 223€ e se assim não for pagamos 293€.
Tirem lá as conclusões que quiserem.

Aniversário




O Blog fez anos e passou em branco! Já lá vão 2 anos e dois meses. Foi no mês de Setembro de 2006 que blog teve o seu inicio.

Foi rápido!

05 novembro, 2008

Obama elected 44th president !


04 novembro, 2008

Eleições nos EUA


As eleições nos EUA estão na sua recta final, prevê-se uma vitória de Obama, o que julgo que não será uma vitória muito folgada como indicam as sondagens, será na ordem dos 3 a 4 pontos percentuais.
Aqui à cerca de um ano estávamos longe de esperar que o candidato pelos Democratas fosse Obama, na altura não era o favorito. Ao longo da campanha foi mostrando o seu carisma e a sua forma de actuar, fazendo com que a maioria dos Democratas o elegessem como candidato Democrata ás eleições Americanas.
Por outro lado, o candidato MacCain também não era o favorito do lado dos Republicanos, contudo o seu percurso ao longo da campanha foi ascendente, culminando com a sua nomeação para representar os Republicanos.
No inicio, o factor guerra do Iraque foi decisivo para que esses fossem os candidatos á administração Norte Americana. No entanto, o tema sobre o Iraque foi ultrapassado pela crise económica interna, passando este a ser o grande cavalo de batalha dos dois candidatos e remetendo a guerra para ultimo plano. Seria necessário referir, que caso na altura da nomeação dos candidatos de ambos os partidos a crise económica estivesse na ordem do dia, tenho a certeza que esses não seriam agora os candidatos á Casa Branca.
É nesta recta final da campanha que podemos concluir que independentemente do futuro presidente dos EUA, o Capitalismo estará sempre a cima de tudo o resto, porque os americanos são por natureza, capitalistas.

Informação

Decidi alargar os utilizadores deste blog, Os comentários neste blog passarão a estar restringidos aos membros da equipa.

03 novembro, 2008

Final round

30 outubro, 2008

Frozen Grand Central

29 outubro, 2008

Fertilidade

Ás vezes pergunto-me porque motivo neste país o governo paga para fazer um aborto mas nem quer ouvir falar de tratamentos de fertilidade.. E ainda falam da diminuição da população. Porque será?

A entrevista ontem sobre este assunto deixou-me a pensar...

27 outubro, 2008

A crise … e a CRISE




A palavra “ crise ” pode definir, entre outras, a situação de um governo que encontra dificuldades em se manter no poder ou uma perturbação que altera o curso ordinário das coisas. Se a actual crise financeira não parece pôr em dificuldades o governo, então consideremos a última definição.

Segundo os analistas da crise, aquela “perturbação”, que resultou da desconfiança das instituições financeiras para o cumprimento dos negócios que entre si fazem, terá sido passageira e depressa os governos lhe encontraram soluções. Se num dia os banqueiros se queixavam da falta de liquidez e as cotações das bolsas mundiais caíam abruptamente, no dia seguinte os donos dos bancos aplaudiam as medidas do governo e os mercados financeiros pareciam recuperar. De facto, uma espectacular concertação que vai permitir ao grande capital usufruir do aval e de dinheiro do Estado para os seus negócios. Negócios que vão continuar a gerar lucros de milhões e milionários vencimentos para os seus administradores.

A outra CRISE, a que afecta a vida das famílias há alguns anos, pode esperar.
De acordo com o governo socialista esta outra crise parece não existir. Passa ao largo dos Açores. Aqui vivemos regaladamente bem, não há situações de pobreza, os números apresentados pelas estatísticas estão todos mal e é tudo uma invenção .

Para o PS, que governou esta região durante 12 anos, não é verdade que 18% da população vive abaixo da taxa do risco de pobreza e que há idosos com pensões de sobrevivência de 140€ .
Que o salário de muitas famílias passou a ser insuficiente para a alimentação e para a prestação da casa. Nem que o número de beneficiários do rendimento de inserção social aumentou de 1.300 para 17.800 nos últimos 4 anos, nem que isso correspondente a 8% da população. Nem é verdade que o Banco Alimentar contra a fome tem distribuído centenas de toneladas de alimentos por milhares de carenciados, num crescendo que não pára .


Não acreditam que a inflação registada nos Açores foi sempre superior à do continente e à da Madeira. Que as taxas reduzidas do IVA não compensaram os custos dos transportes de produtos e de mercadorias e que o elevado custo das passagens aéreas nos afasta do resto mundo. Que os negócios dos pequenos comerciantes são sufocados pela teia de impostos que o estado lhes obriga a pagar. Que a restauração não resistiu à desleal concorrência do governo na atribuição de milhões para a promoção de festas e espectáculos em locais que lhe interessou privilegiar.

Não compreendem o porquê da redução da população estudantil e que isso vai trazer graves consequências ao desenvolvimento futuro destas ilhas. Que de 1994 a 2008 os Açores perderam 7.300 alunos. Só a Escola Básica 2,3 de Capelas, situada numa área de aumento demográfico, perdeu 1.155 alunos em 5 anos. Em 2003 tinha 2.171 alunos e agora só tem 1.016.Nem querem saber porque motivo apenas um quarto dos seus 850 alunos com horário alargado come no refeitório da escola, nem porque razão todos os outros não podem pagar os 2,06 € da refeição.

Fingem não entender que é entre os jovens oriundos de meios sócio - económico desfavorecidos que se verifica maior envolvimento no tráfico e consumo de drogas e consequentemente onde mais cresce a delinquência e a criminalidade. Que 70% dos reclusos das cadeias dos Açores têm idades entre os 16 e 28 anos e estão presos por crimes relacionados com o tráfico e consumo de droga . Não querem reconhecer que as suas políticas de prevenção e de combate ao tráfico de droga têm sido ineficazes.

É por tudo isto que eu continuo a acreditar que melhor é possível.

23 outubro, 2008

Fantasmas


Neste momento é preciso esquecer os fantasmas do passado e apenas e somente pensar o presente, porque o futuro só a Deus pertence!

18 outubro, 2008

No comments...

Entretanto, o Público noticiou que, a três dias das eleições, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) pagou 75 por cento do valor dos subsídios aos agricultores açorianos (o que pode ser provado no site do IFAP na internet). Os subsídios foram adiantados só para os Açores. Os agricultores do Continente e da Madeira não viram os montantes a que tinham direito disponibilizados neste momento.


Sublinhados meus.

16 outubro, 2008

Turismo

Tendo-me deslocado, numa ocasião muito especial para mim, ao arquipélago das Canárias (mais propriamente a Gran Canária), percebo agora o que dizem que a nossa ideia de turismo fica muito aquém daquilo que outros países/regiões praticam. Não quero ser político nem muito menos atacar seja quem for, mas sim expressar o que vi e senti na minha viagem.
A imagem que fiquei da ilha foi de uma ilha criada para o turismo e somente turismo (pelo menos a costa sul desde Las Palmas a Maspalomas). Tudo é árido, não chove e a vegetação que cresce mais parece que estamos nas imagens da CNN aquando da entrada no Afeganistão. Mas isso não os impediu de se prepararem para o turismo. Todos os locais que visitamos (parques temáticos e outros) eram pagos e bem pagos, se bem que possuíam muitas diversões para todos aqueles que os visitavam. Em muitas delas diverti-me muito com espectáculos e outras actividades.
Os centros comerciais existem por todo o lado. Muitas vezes passava de um para o outro sem saber que o tinha feito tal a proximidade entre ambos. O mais incrível é que TODOS possuem o mesmo material à venda (refiro-me a material de recordação e material electrónico) e que, ao contrário do que seria de esperar, nem sempre os maiores centros comerciais ou os colocados em áreas importantes possuem os preços mais baixos.
As energias renováveis tornaram-se uma prioridade pois por todo o lado existem parques eólicos.
Onde quero chegar com isto? Bem isso ai é outra história… Não quero chegar a lado nenhum. Só quero saber a opinião das pessoas em relação ás diferenças existentes na forma que estas duas regiões têm em tratar o turismo. Sinceramente prefiro viver numa ilha mais calma mas uma coisa é verdade, eles têm muito mais proveito do que nós do turismo.
E termino com uma situação caricata. Noutro dia decidi levar um colega do Continente (que cá vive agora, pois existe falta de Engenheiros civis nos açores que obriga as empresas a terem que contratar pessoas do Continente) ao aquaparque de Vila Franca. Ao falar de preços referi que ainda custava um pouco a entrada, pois 5€ por pessoa sempre custa nos dias de hoje. Qual não foi o meu espanto quando surge a resposta que até parecia de graça pois em Braga o preço ronda os 25€ e mais tarde já em Gran Canaria para entrar num tive que pagar 35€ por pessoa. Dá que pensar…

13 outubro, 2008

Que tal esta ideia?

Tenho uma proposta a ser feita.. Visto o nosso presidente ser uma verdadeiro animal económico que consegue evitar uma crise mundial chegue aos açores, que tal o colocar a concorrer para presidente do parlamento europeu? Ou até mesmo que tal concorrer contra o Obama?? Gostaria de ver o nosso D. Sebastião a salvar o mundo com os seus poderes..

03 outubro, 2008

A Maria, os irmãos, os pais e a avó!

Melhor é Possivel

01 outubro, 2008

TOXICODEPENDÊNCIAS


A Observação e Estudo. Desenvolvimento de um observatório que realize um estudo alargado sobre as várias situações existentes nos Açores para que, consequentemente, os técnicos especializados possam aplicar a melhor estratégia para a redução destes no arquipélago. A realização de um estudo e/ou inquérito dirigido às populações juvenis e aos meios Escolares dos Açores sobre o consumo de drogas e bebidas alcoólicas, sendo este claramente um passo importante para o real conhecimento da sua abrangência e de alerta para o problema.

A Prevenção Primária às toxicodependências. Defendemos a introdução de conteúdos curriculares em disciplinas já existentes, onde abrangem matérias relacionadas com a prevenção das toxicodependências nas escolas dos Açores.

A Centros de Adictologia. Criar centros de Adictologia onde seja possível fazer a reabilitação de jovens toxicodependentes que também funcionarão como centros de prevenção secundária. O Tratamento é fundamental para o combate a esta problemática. Estes centros terão de ser criados nas ilhas de São Miguel e Faial, sendo que já existe na ilha Terceira.

A Implementação de centros de apoio a Toxicodependentes (CAT). É importante criar em todos os concelhos dos Açores os Centros de Apoio aos Toxicodependentes para que estes tenham como objectivo enviar os doentes para os centros de Adictologia e receber os mesmos após o seu tratamento. Estes Centros de Apoio também podem e devem criar os mecanismos necessários para uma boa reinserção social do toxicodependente.


A Reforçar a autoridade policial. com o reforço de meios policiais, para um combate policial eficaz aos traficantes, que muitas vezes se passeiam impunemente junto de escolas e locais de concentração de juventude;