
29 janeiro, 2009
28 janeiro, 2009
27 janeiro, 2009
Conselho de Ilha da Ilha Terceira
Presidente da Mesa: Muito bom dia. Vamos então iniciar a nossa Assembleia de Ilha. Eu passaria a palavra à dona Rita, no sentido de fazer a chamada dos Conselheiros.
Rita Branco: António Maio, Fernando Rocha, Fernando Sieuve, Rita Branco, José Pedro Cardoso, Roberto Monteiro, Ricardo Barros, António Toledo, João Luís Santos, Aurélio Fonseca, Berto Graciliano, Humberto Machado, Rui Ferreira… O Rui Ferreira… O Rui não disse nada…
Presidente da Mesa: Não, o Rui mandou-me aqui uma carta justificativa da sua ausência.
Rita Branco: Pronto.
Presidente da Mesa: Está aqui. Não, não é esse. Espera aí. Rui… Rui Ferreira (imperceptível). E o Francisco Coelho. São os únicos que justificam.
Rita Branco: Jorge Leonardo…
Presidente da Mesa: Não está. Quem está é o Sandro Paim.
Rita Branco: José Leonel Álamo Meneses…
Presidente da Mesa: Esse não está.
Rita Branco: Paulo Ferreira não está. José Manuel Ferreira Pimentel Dias.
Rita Branco: Deputados: António Parreira, José Gaspar, Francisco Coelho, Cláudia…
Presidente da Mesa: Peço desculpa. O Francisco Coelho justifica a sua ausência. Não está.
Rita Branco: Fernanda Trindade, Osório, António Ventura, Clélio Ribeiro, Carla Patrícia, Artur Lima…
Presidente da Mesa: Não está.
Rita Branco: Está tudo.
Preocupados
17 janeiro, 2009
Estatuto em vigor?
A justificação dada pelo Comandante é que não “recebeu da tutela qualquer indicação para hastear a bandeira açoriana nas unidades militares existentes na região”, o que não é nenhuma surpresa, uma vez que o Ministro da Defesa afirmou sexta-feira que o hastear da bandeira regional nas unidades militares dos Açores "não faz sentido”. A verdade é que Severiano Teixeira, enquanto cidadão, tem todo o direito à sua opinião, mas enquanto membro do Governo, está obrigado a cumprir a Lei em vigor, sem mais.
Prevê-se que este episódio tenha consequências: desde logo para o Ministro da Defesa, Severiano Teixeira, sob pena de se abrir um precedente deveras perigoso. Depois, e talvez mais grave, o extremar do centralismo e do sentimento anti-autonomias que, nestes últimos tempos, tem estado de volta a (partes de) Lisboa e que poderá se traduzir em atitudes que poderão prejudicar os interesses dos Açores.
Intervenções politicas

"Independentemente de quem ganhe eleições internas, no dia seguinte somos todos pelo PSD" por Alexandre Gaudêncio
Moções no Congresso - Destaques
- “É na Região Autónoma dos Açores que se regista a mais alta percentagem de beneficiários do rendimento social de inserção. O impressionante número de 4900 famílias, que corresponde a 8% da população residente, precisa do apoio do Estado para satisfazer as suas necessidades básicas de alimentação”.
- “No período censitário 1991/2001, o saldo migratório foi de menos 10.240 indivíduos (…) Entre 2000/2007 houve uma redução de 3.500 indivíduos no grupo etário entre os 0 e 14 anos e uma redução de 13.2 para 11.7 na taxa bruta de natalidade. De 1994 a 2007 assistimos a uma redução drástica do número de alunos matriculados no 1º ciclo das escolas da Região. Se em 1994 havia 21.26 alunos, em 2007 estes eram apenas 13.880”.
- “Nos Açores, 80% dos roubos e pequena criminalidade são praticados por indivíduos que precisam de dinheiro para comprar drogas (..) Só no estabelecimento prisional de Ponta Delgada mais de 70% dos detidos são jovens com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, e estão presos por crimes relacionados com o tráfico de droga.
- “Nos Açores do século XXI existem cerca de 9,4 % da população analfabeta. Há neste momento mais de vinte mil açorianos sem qualquer grau de ensino e desses há mais de dezanove mil que têm dez ou mais anos e que são considerados analfabetos.
- “Para o PSD, a autonomia não podia permanecer reduzida à capacidade de, por via administrativa, os Açores adaptarem ou implementarem localmente as políticas definidas por Lisboa.”
- “Exigiu (o PSD) que a execução concreta das opções políticas, plasmadas sob a forma de lei, ficasse igualmente a cargo dos Açores e dos açorianos”.
- “A autonomia açoriana forjada pelo PSD em 1975 foi de tal modo inovadora a nível europeu que serviu de modelo para outras Regiões autónomas europeias.
- “Urge retomar a liderança do processo autonómico dos Açores. Só o PSD reúne as condições políticas e ideológicas para o fazer”
- “Portugal já não é um Estado unitário. É uma ilusão permanecer refém deste conceito”.
- “Torna-se necessário refundar a autonomia política. E isso faz-se é na Constituição da República”.
(Propostas concretas)
- “Consagrar o Estatuto como Constituição da Região”.
- “Eliminar do cargo de Representante da República, por manifesta inutilidade”
- “Assegurar a configuração da Região como círculo eleitoral para o Parlamento Europeu”
- “Prever a possibilidade, sempre que tal se justifique, de os órgãos de governo próprio da Região representarem o Estado português nas instituições da União Europeia e nos organismos internacionais”
- “Superar (…) a eliminação da proibição de partidos regionais”
- “Reformular do sistema político interno da Região, adequando-o àquilo que tem vido a ser a prática concreta dos últimos anos, substituindo o actual modelo parlamentarista – nunca praticado –, por um modelo presidencialista, contexto em que o Presidente do Governo Regional emergirá como Presidente dos Açores”
Intervenções politicas

"Iremos ganhar por nosso mérito e por mérito do nosso partido e não por demérito do PS" por Bento Barcelos
Intervenções politicas

"É importante ter um partido aberto. Aos militantes e principalmente a quem quiser e vier" por Joaquim Machado
16 janeiro, 2009
Cobertura do Congresso
Tromba..que?? Parte 2
1º Conselho - Preocupem-se mais com as vossas câmaras do que com as nossas. Nunca se sabe o futuro.
2º Conselho - Preocupem-se menos com a Drª Berta e mais com a vossa apatia como governantes.
3º Conselho - E para finalizar... Parem de mandar artigos para o Açoriano Oriental a falar mal da Drª Berta. É que a população já começa a falar mal de vocês por não fazerem mais nada senão isso, sendo que o fazem só por fazer, sem razão e, acho eu que, muitas vezes sem vontade... Temos que agradar os chefes (dos dois tipos)..
Fiquei no 3º para não me alongar. Amigos do Blog, a quem desejar continuar façam favor..
15 janeiro, 2009
09 janeiro, 2009
Pontos de Vista
Tab, «The Calgary Sun» & «Cagle Cartoons» 07 janeiro, 2009
São os socialistas que o dizem III
Monteiro da Silva, primeiro presidente da APIA (Agência para a Promoção do Investimento dos Açores), ex-presidente do conselho de administração da EDA e ex-conselheiro politico de Carlos César na "Convenção para Uma Nova Autonomia). In Correio dos Açores, 4 de janeiro de 2009.
.
São os socialistas que o dizem II
"As dificuldades de âmbito económico, nomeadamente ao nível do emprego, são, com efeito, hoje como no passado, determinantes importantes na mobilidade de saída, em especial da emigração."
"Não me custa assim acreditar que esta venha a ser considerada uma solução por parte de quem se sente sem perspectivas de trabalho na sua terra de origem."
Gilberta Rocha, especialista em Demografia, Professora Universitária e antiga deputada regional do Partido Socialista in Diário Insular.
.
São os socialistas que o dizem
“Com o fim das quotas leiteiras e o continuar de uma política de investimentos não reprodutivos, os Açores vão voltar a ser assolados, num prazo de 15, 20 anos, pela emigração”
“vamos voltar a ter de sair daqui para ter onde trabalhar e ganhar a vida”
"a Região tem vindo a fazer investimentos de rico, quando é pobre, paupérrima, aliás como o resto do país”
Artur Da Cunha Oliveira - Militante do Partido Socialista e antigo eurodeputado in Diário Insular.
.
06 janeiro, 2009
04 janeiro, 2009
Lavoura açoriana em risco.
Hoje no açoriano oriental é notícia que cerca de 100 explorações agrícolas da ilha da Terceira estão em risco de fechar devido à descida do preço do leite.
29 dezembro, 2008
Personalidades do ano.
17 dezembro, 2008
16 dezembro, 2008
Suboxone
15 dezembro, 2008
Fazer o preço
09 dezembro, 2008
05 dezembro, 2008
O Poder da Atracção
- Sentido de participação política. Os jovens de hoje são os mais informados da história do país, mas menos participativos. Esta natureza advém do falhanço das políticas educativas, em especial da história recente de Portugal. Também, porque as jotas não conseguem ter grande actividade política e ideológica, não falo das estruturas de topo, mas das de base. As actividades são mais de carácter recreativo.
- Ideologia. Não há uma definição ideológica dos partidos, vagueiam atrás do voto. Os partidos e as jotas não estão preocupados em ensinar e sedimentar a ideologia. Mais de metade dos jovens entraram nas jotas, porque é o partido do pai, porque está lá o irmão, o primo, o melhor amigo, @ miud@ que se gosta, o António e o Manel. Não há sentimento ideológico e depois de se fazer parte da estrutura, não há a preocupação de se explicar e ensinar a ideologia e o porquê de ser-se do partido X.
- O trigo e o joio. Sendo as jotas estruturas informais - ou pelo menos, menos formais - tem ciclos interessantes, para se ganhar um congresso ou uma votação não é preciso ter grandes ideias e propostas, basta ter muitos amigos. Isto, acaba por afastar alguns que podem ter ideias, mas não têm amigos.
- Saber entrar e sair/ Trampolim. As estruturas de base (núcleos) são algo monárquicos, entra-se para a liderança aos 18 fica-se lá uma data de anos e só se sai se for para um cargo maior. As jotas são entendidas como trampolins pessoais, coloca-se o eu à frente do nós.
- Discurso jovem. Há uma equação que poucos conseguem resolver, um discurso que os jovens percebam com ideias definidas e profundas. Quando há a primeira parte, falha a segunda - e vice-versa.
- Formação. Não há apostas na formação dos líderes de base (núcleos e concelhias), muitos acabam por ter actividades mais recreativas do que políticas, porque também não têm formação.
- Agenda e ideias próprias. As jotas têm que ter uma agenda própria e não podem viver das questões fracturantes. As jotas não têm actuações niveladas, andam aos altos e baixos ao longo dos anos.
- Distanciamento dos políticos. Os políticos estão noutro mundo e só descem às ruas no mês antes das eleições. Não basta fazer o porta a porta de quatro em quatro anos.
- Conhecimento. Muitos jovens acabam por não entrar nas jotas, porque não sabem o que elas fazem e para que servem. Depois, é preciso saber-se em qual entrar.
- Autonomia financeira. A região é pequena e a administração pública é o grande empregador, convém estar caladinho se queremos trabalho, ou pelo menos não ser do partido contrário do empregador. De preferência, é bom ser do partido do empregador...
- Pensamento. Nas jotas e nos partidos, querem ao seu lado, pessoas que pensem o mesmo. Se fosse eu, queria ao meu lado pessoas que pensem de forma diferente de mim, porque para chegar às mesmas conclusões, já tenho o meu cérebro. A realidade, é que se afasta os que divergem e agrupa-se os que pensam da mesma forma, isto limita as tomadas de posição de qualquer estrutura.
- Liberdade de expressão. Entrar num partido ou jota limita a liberdade de expressão, criticar abertamente o partido é mal visto. É impossível limitar-se a expressão dos jovens quando estão em fase de consolidação intelectual.
Quanto a mim, os pontos essenciais são os 7.8.10.12, também, porque não tenho disponibilidade e não serei uma mais valia. Estou afastado dos partidos, mas sigo com atenção os problemas que afectam o meu meio, e é isso que considero importante. Sei que muitos irão discordar, está aberta a discussão. Os que são velhos leitores do In Concreto, saberão que já estive na JS. Entrei por empurrão de um primo líder de núcleo, nunca fiz qualquer participação ou intervenção. Infelizmente, acho que a minha experiência nas jotas é espelho de grande parte dos jovens que fazem parte nas jotas. Porque é que sai? Comecei a pensar pela minha cabeça...
04 dezembro, 2008
Homenagem II
Francisco Sá Carneiro
Quem o conhecia, e quem leu o seu legado dizia que se tratava de um grande homem, com uma visão para o futuro, com coragem, determinação e o carisma necessários para levar Portugal mais longe. A sua afirmação no Partido não se deu sem controvérsia. (como parece apanágio dos grandes líderes). Fundou o PPD (depois designado PPD-PSD,, liderou, saiu, voltou, formou governo com a AD (juntamento com Freitas do Amaral do CDS e Ribeiro Telles do PPM)... e quando partiu para um comício do Porto, morreu, juntamente com Adelino Amaro da Costa (ministro da defesa), com a sua companheira Snu Abecassis (sua companheira, mesmo depois de não estar ainda o seu divórcio formalizado, o que suscitou grandes críticas e preconceitos da sociedade portuguesa), com o piloto e co-piloto.
O PSD, como o blog PPTO diz, ainda hoje está órfão de pai.
03 dezembro, 2008
Desertificação. E nós?
Esta mesma conclusão foi projectada pelo INE, num estudo publicado já em 2005, chamando particular atenção para a acentuada diminuição da população nas regiões do interior, em oposição a uma cada vez maior concentração nas grandes áreas urbanas. Este fenómeno, com principal origem na crescente diminuição das taxas de natalidade já está a atingir a Região Autónoma dos Açores que, mesmo sendo a região de Portugal com maior índice de população jovem, não foge a esta regra. O problema manifesta-se em algumas das nossas ilhas mais pequenas, não só por haver cada vez menos nascimentos mas sobretudo pelo comprovado êxodo de jovens à procura de melhores condições de vida noutras paragens.
Estatísticas da Educação sobre o número de alunos que frequentam as Escolas da Região demonstram uma clara e sistemática diminuição da população estudantil. Se no ano lectivo de 1993/1994 havia 21.264 alunos matriculados no 1º ciclo do ensino básico, dez anos depois este número caiu para 16.981. Notícias publicadas em 2007, que deveriam ser motivo de alarme e de grande preocupação para o governo da Região, davam conta que o número de alunos matriculados naquele 1º ciclo para o ano lectivo de 2007/2008 seria agora de 13.877. Ou seja, em pouco mais de uma década os Açores perderam 7.287 alunos. É muita gente que vai fazer falta ao nosso desenvolvimento.
É preciso encontrar e implementar soluções para contrariar esta tendência.
Ora, se uma maior concentração de população leva ao desenvolvimento das actividades económicas e consequentemente à criação de emprego, à construção de equipamentos colectivos e a melhores transportes e vias de comunicação, é inegável que cada vez mais jovens vão continuar a deslocar-se para as grandes áreas urbanas, levando à crescente desertificação das suas regiões de origem.
01 dezembro, 2008
Paralelo de Debate
Este blogue tem, porém, uma qualidade que nem a Máquina de Lavar nem qualquer outro com base nos Açores tem: é composto por um grupo de jovens interessados em debater assuntos do nosso interesse comum. Há muito que tenho consolidado o pensamento que os blogues são excelentes plataformas para a discussão de ideias; reunindo as condições necessárias para serem autenticas tertúlias virtuais. O Paralelo 37 tem agora todas as condições para estar na vanguarda desse espaço virtual de discussão, que se quer saudável, mas sem receios de confrontar opiniões.
Um bem-haja a todos!
25 novembro, 2008
21 novembro, 2008
Responsabilizar a Crise
19 novembro, 2008
JSD Açores no Parlamento Açoriano
(Já todos nós sabemos, mas queria assinalar este facto)
Parabéns Cláudio, parabéns JSD.
Aproveito para cumprimentar os novos colegas aqui do blog :)
17 novembro, 2008
I Love that
14 novembro, 2008
Política Educativa
13 novembro, 2008
A SATA – e as tarifas promocionais.

As Orelhas do mercador …e a SATA
“Orelhas de mercador” e “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura” são os provérbios que melhor se adaptariam ao modo como o actual Governo Regional tem encarado a questão da redução do custo das passagens aéreas entre as ilhas dos Açores.
“Orelhas de mercador”; porque enquanto todos apelam à descida das tarifas das passagens aéreas - os partidos políticos da oposição, comerciantes, empresários e todos os demais que precisam de utilizar este meio de transporte - o actual governo dos Açores e o partido que o apoia olham para o lado e fazem de conta que não é com eles.
“Água mole em pedra dura…”; a esperança que temos que tal redução seja compreendida e adoptada, ainda pelo actual governo ou por outro que o substitua, por tantas vezes se repetir que o custo das passagens aéreas inter ilhas devem baixar.
Só com uma política de transportes aéreos de passageiros regulares e com tarifas acessíveis, entre todas as ilhas e para o exterior, é possível melhorar os índices de desenvolvimento de algumas das nossas ilhas e assim também contribuir para a fixação dos mais jovens. Lamentavelmente, este governo parece que ainda não o percebeu, há onze anos que governa os Açores.
Se o agravamento dos combustíveis e de taxas aeroportuárias serve de justificação para não se reduzir o preço das tarifas aéreas, não se compreende que a transportadora aérea açoriana - a SATA, que é uma empresa regional de capitais públicos, tenha apresentado lucros fabulosos de 4.9 milhões de Euros relativos ao ano de 2006.
Em pequenas economias onde a concorrência é escassa e facilmente se criam monopólios, aos bons governos cabe garantir e defender os interesses das populações assegurando a prestação de serviços de carácter público. As ligações aéreas entre as Ilhas dos Açores devem ter esse alcance. (…)
12 novembro, 2008
Sustentabilidade versus Tripolaridade
11 novembro, 2008
Haja Saúde
07 novembro, 2008
06 novembro, 2008
Campanha SOS cagarro – Ecoteca da Lagoa

A Ecoteca de Lagoa, no âmbito da Campanha SOS Cagarro 2008, acolhe nos dias 6, 7 e 8 de Novembro a exposição fotográfica: “A Madrugada das Cagarras” de Paulo Henrique Silva.
A exposição estará patente ao público em geral das 13:30 horas às 20:30 horas, na Ecoteca da Lagoa na Av. Vulcanológica nº3, Atalhada.
Nos mesmos dias irão realizar-se Brigadas Nocturnas de Salvamento de Cagarros. Os interessados devem comparecer na Ecoteca pelas 20:00 horas.
Apela-se à participação de todos.
A campanha SOS Cagarro, e especificamente as sessões informativas promovidas pela Ecoteca, tem como objectivo alertar a população em geral e os mais jovens dos perigos a que esta ave está sujeita nesta época do ano aquando do início da sua migração para a zona tropical. As luzes das povoações, automóveis e faróis frequentemente confundem os juvenis que acabam por ser capturados, feridos ou até atropelados.
Passagens
Ainda por cima quem for residente tem direito ao reembolso de 60€ correspondente ao subsidio de mobilidade, o que faz com que a passagem fique pelo CARISSIMO preço de 80€... Válido ente 1 de Novembro e 29 de Março de 2009.
Nós mesmo com promoção pagamos 223€ e se assim não for pagamos 293€.
Tirem lá as conclusões que quiserem.
05 novembro, 2008
04 novembro, 2008
Eleições nos EUA
Aqui à cerca de um ano estávamos longe de esperar que o candidato pelos Democratas fosse Obama, na altura não era o favorito. Ao longo da campanha foi mostrando o seu carisma e a sua forma de actuar, fazendo com que a maioria dos Democratas o elegessem como candidato Democrata ás eleições Americanas.
Por outro lado, o candidato MacCain também não era o favorito do lado dos Republicanos, contudo o seu percurso ao longo da campanha foi ascendente, culminando com a sua nomeação para representar os Republicanos.
No inicio, o factor guerra do Iraque foi decisivo para que esses fossem os candidatos á administração Norte Americana. No entanto, o tema sobre o Iraque foi ultrapassado pela crise económica interna, passando este a ser o grande cavalo de batalha dos dois candidatos e remetendo a guerra para ultimo plano. Seria necessário referir, que caso na altura da nomeação dos candidatos de ambos os partidos a crise económica estivesse na ordem do dia, tenho a certeza que esses não seriam agora os candidatos á Casa Branca.
É nesta recta final da campanha que podemos concluir que independentemente do futuro presidente dos EUA, o Capitalismo estará sempre a cima de tudo o resto, porque os americanos são por natureza, capitalistas.
Informação
03 novembro, 2008
30 outubro, 2008
29 outubro, 2008
Fertilidade
A entrevista ontem sobre este assunto deixou-me a pensar...
27 outubro, 2008
A crise … e a CRISE
Segundo os analistas da crise, aquela “perturbação”, que resultou da desconfiança das instituições financeiras para o cumprimento dos negócios que entre si fazem, terá sido passageira e depressa os governos lhe encontraram soluções. Se num dia os banqueiros se queixavam da falta de liquidez e as cotações das bolsas mundiais caíam abruptamente, no dia seguinte os donos dos bancos aplaudiam as medidas do governo e os mercados financeiros pareciam recuperar. De facto, uma espectacular concertação que vai permitir ao grande capital usufruir do aval e de dinheiro do Estado para os seus negócios. Negócios que vão continuar a gerar lucros de milhões e milionários vencimentos para os seus administradores.
A outra CRISE, a que afecta a vida das famílias há alguns anos, pode esperar.
De acordo com o governo socialista esta outra crise parece não existir. Passa ao largo dos Açores. Aqui vivemos regaladamente bem, não há situações de pobreza, os números apresentados pelas estatísticas estão todos mal e é tudo uma invenção .
Para o PS, que governou esta região durante 12 anos, não é verdade que 18% da população vive abaixo da taxa do risco de pobreza e que há idosos com pensões de sobrevivência de 140€ .
Que o salário de muitas famílias passou a ser insuficiente para a alimentação e para a prestação da casa. Nem que o número de beneficiários do rendimento de inserção social aumentou de 1.300 para 17.800 nos últimos 4 anos, nem que isso correspondente a 8% da população. Nem é verdade que o Banco Alimentar contra a fome tem distribuído centenas de toneladas de alimentos por milhares de carenciados, num crescendo que não pára .
Não acreditam que a inflação registada nos Açores foi sempre superior à do continente e à da Madeira. Que as taxas reduzidas do IVA não compensaram os custos dos transportes de produtos e de mercadorias e que o elevado custo das passagens aéreas nos afasta do resto mundo. Que os negócios dos pequenos comerciantes são sufocados pela teia de impostos que o estado lhes obriga a pagar. Que a restauração não resistiu à desleal concorrência do governo na atribuição de milhões para a promoção de festas e espectáculos em locais que lhe interessou privilegiar.
Não compreendem o porquê da redução da população estudantil e que isso vai trazer graves consequências ao desenvolvimento futuro destas ilhas. Que de 1994 a 2008 os Açores perderam 7.300 alunos. Só a Escola Básica 2,3 de Capelas, situada numa área de aumento demográfico, perdeu 1.155 alunos em 5 anos. Em 2003 tinha 2.171 alunos e agora só tem 1.016.Nem querem saber porque motivo apenas um quarto dos seus 850 alunos com horário alargado come no refeitório da escola, nem porque razão todos os outros não podem pagar os 2,06 € da refeição.
Fingem não entender que é entre os jovens oriundos de meios sócio - económico desfavorecidos que se verifica maior envolvimento no tráfico e consumo de drogas e consequentemente onde mais cresce a delinquência e a criminalidade. Que 70% dos reclusos das cadeias dos Açores têm idades entre os 16 e 28 anos e estão presos por crimes relacionados com o tráfico e consumo de droga . Não querem reconhecer que as suas políticas de prevenção e de combate ao tráfico de droga têm sido ineficazes.
É por tudo isto que eu continuo a acreditar que melhor é possível.
23 outubro, 2008
18 outubro, 2008
No comments...
Entretanto, o Público noticiou que, a três dias das eleições, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) pagou 75 por cento do valor dos subsídios aos agricultores açorianos (o que pode ser provado no site do IFAP na internet). Os subsídios foram adiantados só para os Açores. Os agricultores do Continente e da Madeira não viram os montantes a que tinham direito disponibilizados neste momento.
Sublinhados meus.
16 outubro, 2008
Turismo
A imagem que fiquei da ilha foi de uma ilha criada para o turismo e somente turismo (pelo menos a costa sul desde Las Palmas a Maspalomas). Tudo é árido, não chove e a vegetação que cresce mais parece que estamos nas imagens da CNN aquando da entrada no Afeganistão. Mas isso não os impediu de se prepararem para o turismo. Todos os locais que visitamos (parques temáticos e outros) eram pagos e bem pagos, se bem que possuíam muitas diversões para todos aqueles que os visitavam. Em muitas delas diverti-me muito com espectáculos e outras actividades.
Os centros comerciais existem por todo o lado. Muitas vezes passava de um para o outro sem saber que o tinha feito tal a proximidade entre ambos. O mais incrível é que TODOS possuem o mesmo material à venda (refiro-me a material de recordação e material electrónico) e que, ao contrário do que seria de esperar, nem sempre os maiores centros comerciais ou os colocados em áreas importantes possuem os preços mais baixos.
As energias renováveis tornaram-se uma prioridade pois por todo o lado existem parques eólicos.
Onde quero chegar com isto? Bem isso ai é outra história… Não quero chegar a lado nenhum. Só quero saber a opinião das pessoas em relação ás diferenças existentes na forma que estas duas regiões têm em tratar o turismo. Sinceramente prefiro viver numa ilha mais calma mas uma coisa é verdade, eles têm muito mais proveito do que nós do turismo.
E termino com uma situação caricata. Noutro dia decidi levar um colega do Continente (que cá vive agora, pois existe falta de Engenheiros civis nos açores que obriga as empresas a terem que contratar pessoas do Continente) ao aquaparque de Vila Franca. Ao falar de preços referi que ainda custava um pouco a entrada, pois 5€ por pessoa sempre custa nos dias de hoje. Qual não foi o meu espanto quando surge a resposta que até parecia de graça pois em Braga o preço ronda os 25€ e mais tarde já em Gran Canaria para entrar num tive que pagar 35€ por pessoa. Dá que pensar…
13 outubro, 2008
Que tal esta ideia?
03 outubro, 2008
A Maria, os irmãos, os pais e a avó!
Melhor é Possivel
01 outubro, 2008
TOXICODEPENDÊNCIAS
A Observação e Estudo. Desenvolvimento de um observatório que realize um estudo alargado sobre as várias situações existentes nos Açores para que, consequentemente, os técnicos especializados possam aplicar a melhor estratégia para a redução destes no arquipélago. A realização de um estudo e/ou inquérito dirigido às populações juvenis e aos meios Escolares dos Açores sobre o consumo de drogas e bebidas alcoólicas, sendo este claramente um passo importante para o real conhecimento da sua abrangência e de alerta para o problema.
A Prevenção Primária às toxicodependências. Defendemos a introdução de conteúdos curriculares em disciplinas já existentes, onde abrangem matérias relacionadas com a prevenção das toxicodependências nas escolas dos Açores.
A Centros de Adictologia. Criar centros de Adictologia onde seja possível fazer a reabilitação de jovens toxicodependentes que também funcionarão como centros de prevenção secundária. O Tratamento é fundamental para o combate a esta problemática. Estes centros terão de ser criados nas ilhas de São Miguel e Faial, sendo que já existe na ilha Terceira.
A Implementação de centros de apoio a Toxicodependentes (CAT). É importante criar em todos os concelhos dos Açores os Centros de Apoio aos Toxicodependentes para que estes tenham como objectivo enviar os doentes para os centros de Adictologia e receber os mesmos após o seu tratamento. Estes Centros de Apoio também podem e devem criar os mecanismos necessários para uma boa reinserção social do toxicodependente.
A Reforçar a autoridade policial. com o reforço de meios policiais, para um combate policial eficaz aos traficantes, que muitas vezes se passeiam impunemente junto de escolas e locais de concentração de juventude;



















