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30 setembro, 2007

A guerra de todos contra todos.

No estado de natureza, em Hobbes, é a "guerra de todos contra todos", e está associado, segundo ele, "a certos traços da natureza Humana". Porém, enquanto algumas propriedades da natureza humana empurram para a guerra, existe outras categorias que levam, pelo contrário, à invenção de um acordo pacífico.
Deste modo, os Estados, enquanto organizações governamentais com princípios e objectivos que normalmente se pautam pela defesa dos valores humanos e pela paz e não esquecendo a dilatável economia, deveriam optar por uma postura diplomática, recorrendo por último a guerra.
Quando o estado natureza se faz verificar dentro de uma sociedade, tem como nome “guerra civil”. Pode ter como causa difundir uma ideologia politica ou preencher um vazio de poder (por antecipação a outros) entre outras inúmeras causas.
Por outro lado também podemos verificar os conflitos dentro de instituições, quer politicas, sociais ou de outro âmbito.
A própria politica consiste num processo de resolução de conflitos.

20 maio, 2007

A Geopolitica

"Toda a vida do Estado tem as suas raizes na terra, numa terra marcada por três elementos fundamentais: a situação (Lage), o espaço (Raum) e a própria fornteira (Grenze)"
Friedrich Ratzel

28 março, 2007

HOMENS LIVRES

Quando procurava uma definição adequada para “Homens Livres” (livres de pensamento) encontrei um texto em http://maltez.home.sapo.pt/Textos/queosrepublicos.htm, do qual extrai o seguinte:

...A autêntica ciência política, enquanto real ciência política, pode e deve permitir que pessoas livres, com diversas e contraditórias opiniões, assentes nos mais variados subsolos filosóficos, comuniquem entre si, através dos lugares comuns do conhecimento...."

"...Logo, os professores que querem ser mesmo professores e não acessores do poder, em nome de um pretenso governo de sábios ou de uma gerontocracia de notáveis frustados, não podem deixar de ser modelos de contrapoder, de espírito crítico, de homens livres, livres da finança, dos esquemas institucionais de subsídios, da tentação da imagem e da própria partidocracia".

"...As alturas do poder criam um jardim das delícias democráticas onde a demagogia dos discursos de quem, por dominar o poder pensa que conquistou a palavra, faz esquecer que a burocracia do aparelho do poder pode controlar disciplinadamente o poder espiritual.”