05 março, 2009
30 anos, 30 nomes - Correio da Manhã
29 dezembro, 2008
Personalidades do ano.
06 junho, 2008
Esconder o 6 de Junho …
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A cronologia dos acontecimentos – 25 de Abril de 1974, 6 de Junho de 1975 e 25 de Abril de 1976 - assim o indica.
É com a Revolução de 25 de Abril de 1974 que se põe fim a 48 anos de um governo de ditadura e de repressão politica e se instaura em Portugal um regime de liberdade e garantia dos direitos políticos dos cidadãos. É com esta Revolução dos cravos que se torna possível o aparecimento de movimentos e partidos das mais variadas tendências ideológicas , o protesto popular e as manifestações de rua.
Se o movimento dos capitães de Abril despoletara uma grande agitação social no continente português, consequência das nacionalizações e dos saneamentos políticos, da ocupação de terras e de uma descolonização apressada, nas longínquas ilhas dos Açores o baixo preço do leite e as altas taxas de juro, o elevado custo de adubos e rações e os monopólios e os custos dos transportes abalava a pequena economia insular, sufocando os pequenos e médios agricultores e lavradores.
A revolta contra esta a situação dá-se no dia 6 de Junho de 1975, numa sexta-feira – dia em vinham à cidade lavradores de toda a ilha para o negócio do gado. Conta-se que uma grandiosa manifestação, que faz reunir mais de 10.000 pessoas, percorre as ruas de P. Delgada gritando palavras de ordem. O slogan “ se és açoriano não fiques no passeio” apelava á participação e obtinha a adesão de todos. Lojas e bancos fechavam as portas para que empregados e patrões engrossassem a manifestação que, no seu final, obrigava à demissão do Governador e à nomeação de um “junta militar” para acalmar os ânimos.
Em 25 de Abril de 1976, com a entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa , no seu Artigo 6 º , nº 2, finalmente se reconhece que os arquipélagos dos Açores e da Madeira constituem regiões autónomas dotadas de estatutos político-administrativos próprios. Finalmente, porque fundamenta-se nos condicionalismos geográficos, económicos e sociais e nas históricas aspirações autonomistas das populações insulares. (Artº 227 nº1 da Constituição de 1976).
Esta luta política de mais um século, contra um poder central e centralizador, foi iniciada com a campanha autonómica de 1890 e foi sempre motivada pelos graves problemas económicos, pelos monopólios e pela imposição de insuportáveis aumentos de impostos ao povo destas ilhas.
Se a descentralização administrativa que resultou do Decreto de 2 de Março de 1895 só foi possível porque os autonomistas da época aceitaram reduzir as suas reivindicações, o 6 de Junho de 1975 e as suas reivindicações, mesmo as radicais – o apelo à independência – foram importantes para se alcançar a autonomia política e administrativa que hoje existe.
Esconder o 6 de Junho e aqueles que o fizeram é negar o conhecimento de uma parte da história recente dos Açores
Cláudio Almeida
P.Delgada,6 de Junho de 2008
In "Correio dos Açores"
06 janeiro, 2008
27 setembro, 2007
24 julho, 2007
Pedra com gravação de Piratas (Flores)
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Foi nas Flores, mais precisamente no concelho de Santa Cruz, que visitamos uma pedra com uma gravação de Piratas (diz a lenda).
Levamos algum tempo a descobrir a Pedra, porque fica no meio do mato, com difícil acesso. Tivemos de saltar alguns muros e desbravar algum mato. Foi através do meu companheiro João Paulo, que lá viveu durante 4 anos, que conseguimos a descobrir. Encontrava-se com musgo, tivemos a tentar retirar o musgo e a citação gravada era a seguinte: "Captain Lang and men landed may 57 from bark modena Boston mass fouderd april 22".
Seria muito bom que as autoridades competentes criassem condições de acesso que permitisse aos turistas, e não só, visitarem a respectiva pedra.
04 julho, 2007
4 de julho, Independence Day
No ano da independência, 1776, os EUA eram 13 colónias sob o domínio do rei George III da Inglaterra. As colónias estavam cada vez mais indignadas com os impostos que tinham a pagar á Inglaterra. Esses impostos eram conhecidos como “impostos sem representação”, porque as colónias não tinham nenhum representante no parlamento inglês e nenhum poder de decisão sobre nada. As colónias começaram a revoltar-se contra este tipo de politicas adoptado pela potencia colonial, o rei Inglês enviou tropas para conter os rebeldes.
Em 1774, as 13 colónias enviam representantes para a Filadélfia, na Pensilvânia, sob forma de formarem o seu primeiro Congresso.
Em Abril de 1775, as tropas do rei Britânico avançava sob o Estado de Massachusetts, assim iniciava-se uma guerra não-oficial pela Independência dos EUA. No mês seguinte, as colónias novamente convocavam um segundo Congresso. Durante quase um ano o congresso tentou diplomaticamente convencer a Inglaterra de suas necessidades, sem utilizar a guerra como instrumento.
Em Junho de 1776 todos os esforços tinham sido em vão, e todos já estavam sem esperanças. Um comité foi formado para escrever uma declaração formal de independência. Liderado por Thomas Jefferson, o comité incluía John Adams, Benjamin Franklin, Philip Livingston e Roger Sherman.
Thomas Jefferson foi escolhido para escrever o primeiro texto, que foi apresentado ao congresso em 28 de Junho. Depois de muitas mudanças, a votação ocorreu na tarde de 4 de Julho. Das 13 colónias, 9 votaram a favor da declaração, 2 - Pensilvânia e Carolina do Sul votaram Não, Delaware ficou indeciso e Nova York optou pela abstenção.
No dia seguinte, as cópias da declaração foram distribuídas. O primeiro jornal a imprimi-la foi o Pennsylvania Evening Post, a 6 de Julho de 1776. A 8 de Julho a declaração foi lida em público na Praça da Independência, na Filadélfia.
E mesmo a declaração só tendo ficado pronta em Agosto, o dia 4 de Julho foi por unanimidade aceito como o aniversário oficial da independência dos Estados Unidos. A primeira comemoração do dia da Independência foi no ano seguinte, a 4 de Julho de 1777. No começo dos anos de 1800 a tradição de desfiles, piqueniques e fogos de artificio, estabeleceu-se como a forma de celebrar o aniversário dos EUA.
06 junho, 2007
6 de Junho de 1975/2007
“Açores Encanto de nove ilhas de bruma entre o céu e o mar!
Stª Maria, S. Miguel, Terceira, Graciosa, S. Jorge, Pico, Faial, Flores, Corvo.
250 mil almas residentes, 750.000 na diáspora.
A 1.500km do continente europeu, a 5000Km do continente americano.
Céu nublado, por vezes encoberto. Mar encrespado de pequena vaga. Rajadas de vento forte ou muito forte…
Uma pequena economia asfixiada pela disparidade de preços entre a pátria mãe e as adjacentes ilhas.
Rações, adubos, cimenta, combustíveis, tudo, tudo sobrecarregados com elevados custos de transportes e grandes margens de comercialização dos detentores do monopólio das importações.
Elevadas taxas de juro, baixo preço do leite, pequenos agricultores e lavradores cheios de dívidas.
Também a inquietação da classe conservadora pelo receio da perda de benesses e regalias adquiridas
6 de Junho de 1975, a Revolta.
O renascer da açorianidade.
Pela primeira vez a palavra “Independência”.
(In A.O. de
20 maio, 2007
A Geopolitica
18 maio, 2007
E os marinheiros ?
Durante este mês de Maio celebra-se o dia da Marinha Portuguesa. O local escolhido para as comemorações foi os Açores.
A armada Portuguesa é constituída por 42 embarcações de superfície e 3 helicópteros dos navios da classe "Vasco da Gama". Também fazem parte dois submarinos o "Delfim" e o "Barracuda", ambos com cerca de 35 anos.
Os Navios mais recentes da armada portuguesa são os da classe "Vasco da Gama" que foram adquiridos em 1991, também da mesma data existe os da classe"Agos", lanchas rápidas de intervenção.
Mais recentemente foram adquiridos, em 2001, quatro lanchas rápidas de fiscalização da classe "Centauro". Todos os restantes navios têm mais de 40 anos na marinha portuguesa, e praticamente todos foram adquiridos em segunda mão.
Esperemos que haja marinheiros para os tripular!
09 maio, 2007
9 de Maio de 1950
O dia 9 de Maio do ano de 1950 foi a data em que o Ministro dos Negócios Estrangeiros Francês, Robert Schuman, apresentou um proposta relativa a uma organização da Europa, com fundamento na união do carvão e do aço, tendo em vista evitar uma nova guerra entre os povos da Europa. O Declaração de Schuman é considerado o acto de nascimento da União Europeia. Passando a ser o dia 9 de Maio, o dia da Europa.
Vivemos numa Europa com cerca de 500 milhões de habitantes, com 27 Estados Membros, numa Europa onde prevalece disparidades económicas entre os seus membros.
Cabe-nos, a nós cidadãos Europeus, contribuir para uma melhor Europa com base na democracia e nos direitos fundamentais do homem. Uma Europa, que não seja a Europa do Subsidio, mas sim, da Liberdade da Fraternidade e da Igualdade.
25 abril, 2007
25 de Abril de 74
Para a nossa Democracia, com mais de 30 anos de idade, muito é feito para lembrar a data, marcando-a com festejos e comemorações na Assembleia da Republica. Os partidos de esquerda têm-na como sua bandeira, o que na realidade é uma vitória de todos, desde os de direita, passando pelo centro e terminando na esquerda.
O Portugal de hoje tem de assinalar a efeméride tendo como alvo a população jovem sob pena a que um dia, esta data, caia em esquecimento. É fundamental inovar, falar a voz da juventude, haver uma participação junto das Escolas, Universidades e associações de juventude.
24 abril, 2007
O primeiro presidente da Federação Russa
Boris Yeltsin foi o primeiro presidente da Federação Russa, país que sobreviveu à queda da ex-URSS, pondo fim ao comunismo, e que integrava também pela Bielorússia e pela Ucrânia. Yeltsin exerceu o poder entre 1991 e 1999.
No entanto, a sua popularidade atravessou momentos menos bons, como em 1993, com o assalto contra o parlamento conservador, e a repressão brutal do independentismo tchetcheno.
Também a crise financeira do Verão de 1998 contribuiu para o descredibilizar e, no final de 1999, o então presidente demitiu-se, sendo substituído pelo actual, Vladimir Putin.
O antigo presidente russo enfrentou enormes desafios, conseguiu aproximar o Leste do Ocidente. Foi o maior "reformador" da Rússia, conseguindo privatizar um sem numero de empresas, sendo considerado um dos responsáveis pelo fim do comunismo.
08 abril, 2007
E porque hoje é páscoa...
Descoberta num domingo de Páscoa pelo explorador holandês Jakob Roggeveen, este conjunto de esculturas de pedra com 25 metros de altura continua a intrigar historiadores e arqueólogos quanto à sua origem. Segundo se crê, uma comunidade de origem polinésia ter-se-á estabelecido aqui durante o século IV, dando início à invulgar tradição da escultura de grandes dimensões. Estas enormes figuras de pedra, conhecidas pelo nome de Moai, teriam sido erigidas entre os séculos X e XVI e desde então não param de fascinar o mundo inteiro dotando a ilha de uma atmosfera mítica.
02 abril, 2007
461 anos de vida
Ponta Delgada foi elevada a cidade, no reinado de D. João III, conforme reza a carta régia de 2 de Abril de 1546, depois da primeira capital da ilha - Vila Franca do Campo - ter sido devastada pelo terrível terramoto de 1522.
30 março, 2007
14 março, 2007
3000 visitas
Da leitura destas estatísticas poderá deduzir-se que o conteúdo das nossas portagens tem interesse para os nossos visitantes. Mas mais importante que o numero de visitas é ter em consideração o conteúdo dos comentários de quem nos acompanha diariamente, mesmo que como anónimos ou utilizando um pseudónimo, numa constante aprendizagem do conhecimento, no respeito das ideias e opiniões individuais e da ética que deve comandar as nossas postagens e comentários.
Sem dúvida que se trata de uma complexa área onde muito temos que aprender e aperfeiçoar.
09 março, 2007
CONFIDENTIAL
Achei interessante ao post do meu amigo Rui Gamboa, maquinadelavax.blogspot.com, sobre uns documentos confidencias dos Estados Unidos da América, que agora foram desclassificados. O mais interessante é que um deles, um telegrama de KISSINGER, secretário de Estado norte-americano, refere-se ao acordo bilateral dos EUA com os Açores no que toca à base das Lajes, esta pretendia ser adquirida pelos Árabes, mais precisamente a Siria a quando do embargo ao petróleo.
O segundo, dirigido ao secretário de Estado norte-americano, sobre uma conversa de Vítor Cruz, pai (deduzo), relativamente à independência dos Açores.
1- "O 222327Z AUG 74
FM SECSTATE WASHDC
TO AMEMBASSY LISBON IMMEDIATE
S E C R E T STATE 185206
WILL YOU APPROACH GOP AT WHATEVER LEVEL YOU CONSIDER
APPROPRIATE AND ASK THEM WHETHER, IN FACT, THERE HAS BEEN
AN ARAB OFFER TO THE GOP OF DOLS 400 MILLION AND AN END TO
THE OIL EMBARGO IN RETURN FOR NON-RENEWAL OF AZORES BASE
RIGHTS. IF GOP CONFIRMS OFFER, DEPARTMENT WOULD APPRECIATE
YOUR FINDING OUT AS MUCH AS YOU CAN ABOUT IT. KISSINGER"
2 - "R 060852Z JUN 74
FM AMEMBASSY LISBON
TO SECSTATE WASHDC 9761
INFO AMCONSUL PONTA DELGADA UNN
C O N F I D E N T I A L LISBON 2300
SUBJ: AZORES INDEPENDENCE MOVEMENT
REF: (A) PONTA DELGADA 90; (B) STATE 116770
IN RECENT CONVERSATION WITH EMBOFFS, FORMER NATIONAL
ASSEMBLY DEPUTY FROM SAO MIGUEL, MOTA AMARAL, SAID
HE HAD BEEN APPROACHED BY ONE VITOR CRUZ AND GIVEN
COPY OF MANIFESTO OF "AZORES INDEPENDENCE MOVEMENT"
(AIM). JOKING, HE SAID THAT IF SAO TOME AND
PRINCIPE ARE TO BECOME INDEPENDENT, WHY NOT AZORES.
HE THEN ADDED THAT WHILE AT SOME TIME IN THE FUTURE,
DEPENDING ON WHAT HAPPENS IN PORTUGAL, IT MIGHT BE
WORTH THINKING ABOUT INDEPENDENCE FOR THE AZORES,
HE ADVISED THAT AIM SHOULD NOT BE TAKEN SERIOUSLY
AT PRESENT. HE NOTED ALSO THAT, IN CONTRAST TO
PORTUGUESE FARICAN TERRITORIES, THE INHABITANTS
OF THE AZORES ARE, AFTER ALL, PORTUGUESE. HE
WAS MUCH MORE INTERESTED IN THE PROSPECTS OF THE
CENTRIST POPULAR DEMOCRATIC PARTY, OF WHICH HE
ALONG WITH BALSEMAO AND SA CARNEIRO IS ONE OF THE
LEADERS, AND THE PARTY'S NEED TO STEP UP ITS
ORGANIZING ACTIVITIES IF IT IS TO COMPETE SUCCESSFULLY
WITH THE LEFT AND WIN ELECTIONS IN PORTUGAL
CONFIDENTIAL"
07 março, 2007
Apenas alguns dos melhores
Em 7 de Março de 2007, a RTP completa cinquenta anos de emissões contínuas do serviço de televisão.
São cinquenta anos de importantes mudanças, em Portugal e no Mundo. Cinquenta anos recheados de grandes momentos de informação, entretenimento e cultura.
"O Renascimento foi há 50 anos. 5 décadas de um futuro que se oferece, como o presente... que é eterno. Para sempre a memória. De um país tornado mundo no olhar que se fez novo, no saber que foi notícia, no mostrar que abriu as portas ao Portugal que somos".


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