27 abril, 2009

Várias

Achei que devia falar de detalhes do dia a dia..

Obras do nó do Hospital

O que se passa nestas obras é uma vergonha de todos os tempos. Desníveis de terreno não assinalados, alterações de sentido e de sinais com fraca sinalização, obras, confusões e tudo mais o resto deixa qualquer um de cabelos em pé. Apanhei grandes sustos este fim se semana às custas de modificações que não possuem a indicação correcta. Alem disso não sou obrigado a ter que andar a fazer todo o terreno com o meu carrinho. É que existem desníveis de terreno que até envergonham as passadeiras elevadas da avenida.
Não peço nada de mais para os senhores que estão a construir, apenas que assinalem com a devida antecedência (em alguns casos quero mesmo é que ASSINALEM) alterações e outros perigos para evitar consequências de maior.

Duarte Freitas

Tenho pena que tivesse sido colocado fora das listas. Este processo (independentemente do que dizer ser uma vitoria para a madeira ou Açores pois acho isso um bairrismo desmesurado e intelectualmente ineficaz) mostrou uma falta de consideração pelos açorianos e pelo próprio Duarte Freitas, cujo trabalho no parlamento europeu falava por si próprio. Compreendo que as regras sejam para se cumprir mas acabou-se por impor a mesma aos Açores.

Rotunda de Belém

Depois de ter tido também muita confusão a mesma começa a se finalizar. Sinceramente acho que está melhor pois cada vez mais as pessoas que entram em ponta delgada todos os dias preferem a 2ª Circular à avenida. Assim conseguimos maior fluxo de tráfego evitando a fila enorme que se costumava criar na via rápida.

Caldeiras das Furnas

Foi com grande desilusão que recebi a noticias que as caldeiras perderem força térmica. Para mim a nostalgia vale sempre mais e não existe melhor prato no mundo que um bom cozido feito nas caldeiras como minha mãe me ensinou a fazer. Espero sinceramente que seja coisa rápida e que volte tudo ao normal, não só pelo turismo mas também porque sinto falta das tardes de verão a descansar nas margens da Lagoa depois de ter comido um bom cozido à nossa maneira.

23 abril, 2009

Europeias II


Diário de Noticias
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22 abril, 2009

Europeias


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Droga nos Açores.


Entre 28 de Março e 17 de Abril, a PSP apreendeu 969 doses de estupefacientes, ou seja, 597 de heroína, 181 de haxixe e 20 de cocaína. Operação que acabou por resultar na detenção de nove indivíduos por tráfico de droga.

21 abril, 2009

Fajã do Calhau

A Fajã do Calhau iniciou-se com um suposto "documento" dos serviços florestais.
  • Documento - Novembro de 2005
  • Inicio da Obra - Maio de 2006 - 1º fase
  • Inicio da Obra - Junho de 2006 - 2º fase
  • Consultadoria Técnica - Fim de Junho de 2006
  • Peças desenhadas - Julho de 2006
  • Pedido de parecer ao LREC - Novembro de 2006
  • Surgimento de um projecto - 13 de Abril de 2009
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14 abril, 2009

Afinal sempre aconteceu

No dia 1 de Abril foram vários os jornais e blog´s que referiam a anulação do contrato do Governo Regional com os Estaleiros de Viana do Castelo. Ora, na passada semana, sempre aconteceu o óbvio.
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Comando da PSP revela numeros assustadores

80%dos roubos em São Miguel são para comprar drogas

01 abril, 2009

dia de pêtas

Governo rescinde contrato do Atlântida e freta de novo Ilha Azul e Santorini


O anuncio (seria) feito em Plenário pelo presidente do Governo Regional. A região com esta anulação do contrato vai perder cerca de 70 milhões de €. Mais uma bronca nos Transportes Marítimos.

Salve-se quem puder.

25 março, 2009

USS Annapolis breaks through ice in the Arctic Ocean


NEPI




























23 março, 2009

Ministro das Finanças

As declarações do Ministro das Finanças mostram como não se deve fazer politica. Acho incrível como alguém com um cargo tão importante, tão elevado se atreve a dizer o que disse em público.
Compreendo que as coisas estão difíceis e que são necessárias medidas para ajudar quem mais precisa. Como tal fiquei feliz em ouvir na rádio que os desempregados poderão concorrer a um apoio que fará baixar as prestações da casa para metade. Até aqui tudo bem, uma grande medida portanto....
Mas deveria ter ouvido até ao fim. Ao que parece quem concorrer a este apoio terá que devolver o dinheiro na sua totalidade em 2011 ou em 2012. Bem, a coisa já não fica tão bonita mas mesmo assim sempre é uma hipótese para quem não quer perder a casa e acha que a sua falta de trabalho é temporária. Mas a coisa não fica por aqui...
Quem se meter nessa tanga de solução do governo terá que pagar juros pelos dinheiro emprestado. Afinal o apoio não é assim tão bom quanto se julga. Se é certo que a taxa de juro é extremamente baixa, também certo que esta solução mais parece as muitas situações de famílias que pedem empréstimo para pagar empréstimo e depois ficam completamente entaladas.
Mas voltando ao inicio, a primeira ideia que me veio à cabeça foi "e se no final, quando chegar à hora de pagar as pessoas ainda não conseguiram arranjar emprego?". Parece-me que a presidente do PSD pensou no mesmo. A resposta do Ministro não poderia ser mais irreal. "Daqui a 2 anos não sei como vai estar o pais e como tal não me interessa. Quero é resolver a situação agora". Isto faz-me lembrar um certo governo PS que levou este pais aonde está agora. As soluções são sempre a curto prazo e não se pensa no futuro. Provavelmente daqui a 2 anos ele nem é o ministro das finanças... Haja politica assim que vamos longe..

A taça...


22 março, 2009

Benfica



Bem ou mal ganhamos o Jogo!

O Quique Flores tem tido uma boa postura, nunca critica os árbitros, quer haja falhas a favor ou contra o Benfica. É uma postura que todos os treinadores e clubes deveriam ter, talvez se verificasse menos pressão sobre os árbitros e assim desempenhariam um melhor papel em campo. Com a ânsia de não errar, acabam por errar.

19 março, 2009

Isto é irrelevante?!

(clicar para aumentar imagem)

Desde 6ª feira passada que tive acesso, como todos que consultem a sítio online respectivo ou vejam o Expresso da Meia Noite, à primeira página do Semanário Expresso.
Trazia em manchete um assunto que é importantíssimo a todos nós açorianos (compra de um meio de transporte marítimo cheio de buracos e que já foi neste blog referida - e bem!) e, em baixo, trazia uma notícia sobre Ricardo Rodrigues.
Quem é Ricardo Rodrigues?
- Foi Secretário Regional de 2 Governos (2 primeiros Governos de César- como Secretário do Ambiente, 1º, e 2º como Secretário da Agricultura e Pescas)
- Foi deputado regional
- Agora, é deputado da AR, eleito pelos Açores na lista do PS (e vice-presidente da bancada socialista, assumindo papel de porta-voz em muitos assuntos mais mediáticos).

Ora bem, uma pessoa com este curriculum não pode, em circunstância alguma, estar envolvido em suspeitas judiciais. Não pode! A bem da moralidade da vida pública. E o que o Expresso trouxe, não parecem (a partir do momento em que há caso julgado, existe uma decisão definitiva) resultar dúvidas: Ricardo Rodrigues, nome que se aponta (ou apontava-se[ depois disto...]) para candidatar-se a líder do PS Açores e a substituir Carlos César no Governo Regional, está envolvido na insolvência (falta de património, bens...) culposa da empresa que detinha em 51% do seu capital - Comunicações Insulares e Publicidade, S.A, estando a empresa com uma dívida de 1 milhão de euros!

Se os políticos, na sua vida profissional dão sinais de incompetência (ou, sei lá, invente-se outro termo mas não se mascarem os factos), como poderão exercer cargos públicos?
Eu não digo que este seja caso único. Há muitos por aí (ex. suspeitas sobre Mesquita Machado - Pres. CM Braga.); no entanto, este releva em minha opinião por se tratar de alguém que já participou em diversos cargos públicos e falar-se neste senhor para Pres. Governo Regional.

Por isso não percebo (ou então fui eu que procurei mal) a omissão da blogosfera açoriana neste caso. Refira-se, no entanto, que o fôguetabraze referiu essa situação em 16 Março de 2008. (não consigo fazer link directo, mas está nesse arquivo); e que o blog setevidascomoosgatos em 18 Março 2008 também tocou no assunto. Mas parece-me pouco dada a importância da questão e da pessoa em causa. E o que é facto é que o Expresso voltou à carga com o assunto.

Isto não é um ataque ad hominem. Nada me move contra a pessoa que nem sequer conheço. É sim uma sapatada na apatia sobre a imoralização da vida pública (e atenção que o que se está a comentar é o político e não o homem em si, embora a fronteira por vezes seja ténue).

Nem melhores nem eficazes

Mesmo com alterações e adaptações decorrentes de novas exigências e realidades, embora nem sempre as melhores e mais eficazes, deve ser reconhecido que as políticas de habitação têm merecido especial atenção por parte dos sucessivos governos da Região.

É uma orientação com raízes nos primeiros governos do PSD/Açores, como facilmente se pode constatar pela legislação que as criou. Exemplo disso é o Dec. Leg. Reg. nº 16/90/A, aprovado na Assembleia Legislativa Regional, em Maio de 1990, que reuniu o conjunto de benefícios à habitação até então dispersos por vários diplomas. Nele se estabeleciam apoios que iam desde a cedência de projectos, de lotes e solos infra - estruturados, passando pela aquisição, auto- construção, recuperação de habitação degradada e custos controlados

Todavia, falta uma política de habitação que incentive estilos de vida mais autónomos por parte dos jovens, ou seja, um programa de arrendamento habitacional para residência permanente de jovens e de jovens casais, que também facilitaria a necessária mobilidade residencial, sobretudo para nós que vivemos em ilhas. Que contribuiria para travar a especulação imobiliária, promovendo o mercado de arrendamento urbano em oposição à grande dependência de aquisição de habitação própria.

Mas também é necessário uma política de habitação mais eficaz e racional na gestão dos dinheiros públicos que provêm dos impostos dos contribuintes e que, paralelamente, seja capaz de relançar a economia de forma o mais abrangente possível, dando novas oportunidades de emprego e fazendo aumentar a venda de bens e de mercadorias.

Compreendo as razões do anunciado investimento de trinta e cinco milhões de Euros para resolver, primeiramente os problemas financeiros de algumas grandes empresas de construção civil, que não conseguem vender centenas de apartamentos que construíram, e depois o problema da falta de habitação de muitas famílias.

Porém, outras opções se impõem na área da habitação. Acções que vão no sentido de criar dinâmica na construção civil, permitindo que milhares de trabalhadores ligados ao sector continuem a ter trabalho, desde o servente de pedreiro até ao engenheiro responsável pela obra.
Que possibilitem reactivar a laboração das nossas fábricas de materiais de construção e estimular o comércio local pela venda dos acessórios e equipamentos necessários à construção de casas.

E tão importante como tudo isso, o envolvimento dos beneficiários dos apoios no processo de construção das suas próprias habitações, em vez de lhes entregar a chave de um apartamento ou de uma casa, mesmo que no regime de propriedade resolúvel.

Para isso, bastaria que se avançasse com o programa de apoio à auto – construção, com cedência de lotes nos vários loteamentos da Região, alguns deles com terrenos comprados há mais de uma década. Só no concelho de P. Delgada estão parados os Loteamentos de S. Vicente Ferreira, Fenais da Luz, Capelas e Arrifes.

Certamente que se devolvia confiança aos agentes comerciais e se implementava uma nova dinâmica na construção civil.

Lamentavelmente, tal não parece estar nos planos do Governo.

Artigo in "Correio dos Açores"
19 de Março de 2009

18 março, 2009

A nossa função pública

Função pública regional - 19 000 trabalhadores
Função pública local - 5 000 trabalhadores
Administração central nos Açores - 500/600 trabalhadores

12 março, 2009

El Açor


Lá estarei neste fim de semana