29 agosto, 2008
Finalmente
26 agosto, 2008
Governo distribui "kit autonómico"
Evitava-se a carta, ainda para mais a 2 meses das Eleições.
23 agosto, 2008
Convite a participar
Apesar de ser um blog muito virado para a política, eu farei o papel da ovelha negra da família da blogosfera e irei manter as minhas ideologias e a minha visão, mas sem nunca ferir as preferências do nosso anfitrião.
Apesar de estar fora de São Miguel desde Outubro de 2006 (como o tempo passa), irei fazer o meu melhor para manter a qualidade deste blog.
Um bem haja a todos os visitantes deste blog. Espero que gostem da minha participação e daquilo que vou escrever.
Um bem haja aos colaboradores do blog(actuais e futuros).
22 agosto, 2008
Ice.. and Nice
21 agosto, 2008
1000 Idosos
12 agosto, 2008
Desabafo
Assim não meus senhores. Assim não. Quero que o dinheiro que sai do meu bolso para o estado não seja desperdiçado naquilo que outros querem. Se somos nós (classe média) a pagar pelo menos arranjem melhores condições para esta mesma classe.
E depois disto tenho que levar com artigos do Açoriano Oriental (segunda feira, 11 de Agosto na contra capa. Também gostava de colocar o meu artigo de opinião mas, o meu nome não tem o mesmo impacto que outros) a falar mal do Concerto da Vanessa da Mata que deveria ser aberto a todos e não só a alguns. POR FAVOR façam politica correcta e não mesquinha. Quem quer ver PAGA não sou eu que vou estar a pagar para terem os concertos de graça. Porque se assim não for gostaria que esse senhor me explicasse como faço para reaver os meus impostos quando alguém decide colocar a tocar um grupo que não me agrada.
Mais, parte da avenida está à meses fechada pelas fantásticas obras das vossas tão aclamadas “Portas do Mar”, por isso não venha para aqui criticar se as Portas da Cidade estiveram fechadas por algumas horas.
Desculpem o tamanho mas isto já começa a cansar...
28 julho, 2008
Contributo da História...

Nicolau Maquiavel (1469-1521) foi no séc. XV, XVI, XVII, um dos (considerados) maiores teorizadores da política até então conhecidos. Diz-se que o florentino foi o fundador da Ciência Política, que entendeu o papel que tem a psicologia no campo da política, que foi inovou ao falar em Razão de Estado, como sendo o único propósito que os governantes deveriam seguir, em vez de se subordinar a uma força divina, Deus, e ser legitimado pela vontade popular que transferia, melhor expressão, delegava, o poder de Deus para o governante.
O autor, que muitos dizem ter sido mal compreendido no momento em que lança a sua maior obra, é no entanto o propulsor do maquiavelismo, termo, hoje, conotado e usado com sentido negativo, mau, pérfido. A sua maior obra é O Príncipe.
Na transição da Idade Média para a Idade Moderna, vários são os contributos que Maquiavel vem dar. Um deles, e uma das frases referência do autor são relativas à finalidade do exercício do poder. Qual a finalidade do poder? Na Idade Média, nos países Católicos, dir-se-ia, o bem comum. O rei não era mais do que um subordinado às leis divinas e a Deus. Seria o seu vigário na Terra. Na Idade Moderna o bem comum, dá lugar à conservação do poder, como finalidade única do exercício de um cargo público.
Isto na Idade Moderna, que vai, até finais séc. XVII, período das movimentações liberalistas.
A questão que faço, humildemente, é: e hoje? Qual é a finalidade do exercício do poder, quando este é directamente e soberanamente legitimado pelo povo? Será o bem comum ou a conservação do poder?
O que significa eleitoralismo? Bem comum, ou conservação do poder?
A questão é retórica porque a resposta é óbvia.
Como é possível em favor de um ou uns, prejudicar-se muitos outros? As reformas necessárias, tanto faladas e propaladas, são palavras sem substância, que nos actos, não têm qualquer consequência. Não caímos, assim, para o relativismo, para a política/espectáculo/circo, em vez de uma política para as pessoas e de um Estado institucional em que os lugares ficam e os governantes passam?
Hoje pensa-se política, sem se pensar num modo pejorativo e degradante?
Nota: aceitam-se correcções se existir alguma imprecisão histórica.23 julho, 2008
Quantos vão de rancho?!
O líder do PS/Açores, Carlos César, garantiu ontem que em Outubro será a última vez que irá apresentar-se ao eleitorado açoriano. Na Presidência do Governo Regional desde 1996, Carlos César afirmou aos jornalistas, no fim de um breve encontro com o Presidente da República (com a marcação da data das eleições para a Assembleia Legislativa dos Açores em agenda), que "este será o último mandato que terei oportunidade de vencer. Não serei de novo candidato à Presidência do Governo Regional" - cita a agência Lusa.
Calor de Agosto
05 julho, 2008
ONU
19 junho, 2008
Louvado seja a Deus!
Louvado seja a César!
16 junho, 2008
06 junho, 2008
Brigam as comadres e descobrem-se as verdades!
Segundo José Lello, nas jornadas parlamentares do PS, realizadas no final de Maio, Manuel Alegre esteve “a parasitar o grupo parlamentar, que lhe pagou as viagens, pois aproveitou para ir aos Açores para lançar um livro que foi patrocinado pelo Governo Regional dos Açores”.
Isto é mentira. Fui aos Açores a convite da Presidência do Governo dos Açores e da direcção regional de cultura dos Açores. Foram eles que me convidaram e que me pagaram as viagens e a estadia”, reagiu Manuel Alegre, em declarações à agência Lusa.
O deputado do PS disse à agência Lusa que o Governo Regional dos Açores sugeriu e patrocinou a obra. “Patrocinaram o livro, que é um livro sobre os Açores. Carlos César [presidente do Governo Regional e do PS/Açores] pediu-me, sabia que eu tinha uns poemas sobre os Açores”, referiu.
O livro intitulado "Escrito no Mar - Livro dos Açores" foi apresentado pelo director regional da Cultura, Vasco Pereira da Costa, que foi mandatário nos Açores da campanha de Manuel Alegre para as eleições à Presidência da Republica em 2006.
Coisas interessantes:
- Manuel alegre foi a convite do presidente do PS/Açores pago pelo Governo Regional dos Açores.
- O Director Regional da Cultura foi mandatário nos Açores da Campanha de Manuel Alegre.
- Pagam-se deslocações de comitivas socialistas para repetidos lançamentos de um livro, de um poeta socialista, e obrigam-nos a pagar mais pela compra de jornais e revistas do continente.
Esconder o 6 de Junho …
.jpg)
A cronologia dos acontecimentos – 25 de Abril de 1974, 6 de Junho de 1975 e 25 de Abril de 1976 - assim o indica.
É com a Revolução de 25 de Abril de 1974 que se põe fim a 48 anos de um governo de ditadura e de repressão politica e se instaura em Portugal um regime de liberdade e garantia dos direitos políticos dos cidadãos. É com esta Revolução dos cravos que se torna possível o aparecimento de movimentos e partidos das mais variadas tendências ideológicas , o protesto popular e as manifestações de rua.
Se o movimento dos capitães de Abril despoletara uma grande agitação social no continente português, consequência das nacionalizações e dos saneamentos políticos, da ocupação de terras e de uma descolonização apressada, nas longínquas ilhas dos Açores o baixo preço do leite e as altas taxas de juro, o elevado custo de adubos e rações e os monopólios e os custos dos transportes abalava a pequena economia insular, sufocando os pequenos e médios agricultores e lavradores.
A revolta contra esta a situação dá-se no dia 6 de Junho de 1975, numa sexta-feira – dia em vinham à cidade lavradores de toda a ilha para o negócio do gado. Conta-se que uma grandiosa manifestação, que faz reunir mais de 10.000 pessoas, percorre as ruas de P. Delgada gritando palavras de ordem. O slogan “ se és açoriano não fiques no passeio” apelava á participação e obtinha a adesão de todos. Lojas e bancos fechavam as portas para que empregados e patrões engrossassem a manifestação que, no seu final, obrigava à demissão do Governador e à nomeação de um “junta militar” para acalmar os ânimos.
Em 25 de Abril de 1976, com a entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa , no seu Artigo 6 º , nº 2, finalmente se reconhece que os arquipélagos dos Açores e da Madeira constituem regiões autónomas dotadas de estatutos político-administrativos próprios. Finalmente, porque fundamenta-se nos condicionalismos geográficos, económicos e sociais e nas históricas aspirações autonomistas das populações insulares. (Artº 227 nº1 da Constituição de 1976).
Esta luta política de mais um século, contra um poder central e centralizador, foi iniciada com a campanha autonómica de 1890 e foi sempre motivada pelos graves problemas económicos, pelos monopólios e pela imposição de insuportáveis aumentos de impostos ao povo destas ilhas.
Se a descentralização administrativa que resultou do Decreto de 2 de Março de 1895 só foi possível porque os autonomistas da época aceitaram reduzir as suas reivindicações, o 6 de Junho de 1975 e as suas reivindicações, mesmo as radicais – o apelo à independência – foram importantes para se alcançar a autonomia política e administrativa que hoje existe.
Esconder o 6 de Junho e aqueles que o fizeram é negar o conhecimento de uma parte da história recente dos Açores
Cláudio Almeida
P.Delgada,6 de Junho de 2008
In "Correio dos Açores"
28 maio, 2008
Qual a sua visão política?!
A minha posição.

26 maio, 2008
24 maio, 2008
19 maio, 2008
Onde vamos parar?!
Com a constante subida dos combustíveis em Portugal, devíamos fazer alguma coisa, já que o governo não o faz. Fica aqui algumas sugestões:
- Deixar de utilizar veículos que utilizam combustíveis e passar a utilizar transportes eléctricos;
- Passar a andar de transportes públicos;
- Deixar de comprar combustíveis às grandes empresas como a BP e a GALP;
- (aceita-se mais sugestões)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)

