29 agosto, 2008

Finalmente

Finalmente depois de cerca de dois meses da inauguração das Portas do Mar chegou o primeiro barco de cruzeiros, espero que não seja sempre de dois em dois meses, mas no mínimo um por semana!

26 agosto, 2008

Governo distribui "kit autonómico"

O Governo Regional dos Açores com o objectivo de promover junto da população um maior conhecimento dos símbolos regionais, criou um "Kit Autonómico" que já começou a ser distribuído por correio a todos os lares da Região.De acordo com o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GaCS) do executivo regional, o conjunto em causa contém um livro, profusamente ilustrado e com a explicação detalhada de todas as insígnias honoríficas açorianas, uma bandeira dos Açores, em pano, dois autocolantes com o pendão regional, um CD com o hino da Região – cantado pelo Grupo Coral de São José, com a banda Militar dos Açores, e em cuja capa está impressa a respectiva letra –, e, ainda, uma carta do presidente do Governo Regional.
Evitava-se a carta, ainda para mais a 2 meses das Eleições.

23 agosto, 2008

Convite a participar

Quero agradecer ao Cláudio Almeida por me ter convidado a participar neste blog.
Apesar de ser um blog muito virado para a política, eu farei o papel da ovelha negra da família da blogosfera e irei manter as minhas ideologias e a minha visão, mas sem nunca ferir as preferências do nosso anfitrião.
Apesar de estar fora de São Miguel desde Outubro de 2006 (como o tempo passa), irei fazer o meu melhor para manter a qualidade deste blog.
Um bem haja a todos os visitantes deste blog. Espero que gostem da minha participação e daquilo que vou escrever.
Um bem haja aos colaboradores do blog(actuais e futuros).

22 agosto, 2008

Ice.. and Nice

Diverti-me imenso com a pista de gelo existente na Vila Franca do campo. Aconselho uma boa dose de protecção no rabo... A queda é garantida tal como os risos daqueles que não desejam aventurar-se mas que adoram ver a desgraça dos outros.. Enfim.. Diverti-me e espero que alguns se tenham divertido com as minhas quedas..

21 agosto, 2008

E agora?

Agora temos os James.. Onde estão as vozes criticas?

1000 Idosos

Na passada semana, concentraram-se 1000 idosos nas Portas do Mar para um passeio de barco proporcionado pelo Governo Regional. Os Idosos mostraram-se radiosos com a obra e com a festa, até esqueceram as pensões de miséria que têm.

12 agosto, 2008

Desabafo

Dizem que agora temos estradas... Pois temos. E que muitas pessoas possuem casa em que antes não tinham condições para tal... Pois possuem. E que se as coisas não correm bem temos quem nos apoie com subsídios... Pois é verdade. E agora pergunto. E EU? Eu que não recebo subsídios. Eu que se não pago a prestação da casa, simplesmente o tribunal leva tudo? Eu que se não arranjar emprego na minha área de licenciatura tenho que me calar e levar com um emprego qualquer em que o meu colega tem o 9º ano de escolaridade, mas faz-me a vida negra porque é meu chefe e gosta de mostrar que manda mais que eu? Eu que pago impostos e se não os pagar a tempo tenho que levar com juros altos e nem posso falar, mas que se for o estado a fazer o erro levo com anos até poder receber o que me foi tirado indevidamente e sem juros? Eu que pago seguros de automóveis cujos preços aumentam mas que no ano seguinte apresentam lucros recorde, mas se tenho acidente fico sem carro dias seguidos mas nem tenho direito a indemnização porque a culpa é da oficina, quando fui enganado ao ser OBRIGADO a lá colocar o meu carro. Eu que sou obrigado a ter que pagar impostos para que alguém possa abortar de forma gratuita.

Assim não meus senhores. Assim não. Quero que o dinheiro que sai do meu bolso para o estado não seja desperdiçado naquilo que outros querem. Se somos nós (classe média) a pagar pelo menos arranjem melhores condições para esta mesma classe.
E depois disto tenho que levar com artigos do Açoriano Oriental (segunda feira, 11 de Agosto na contra capa. Também gostava de colocar o meu artigo de opinião mas, o meu nome não tem o mesmo impacto que outros) a falar mal do Concerto da Vanessa da Mata que deveria ser aberto a todos e não só a alguns. POR FAVOR façam politica correcta e não mesquinha. Quem quer ver PAGA não sou eu que vou estar a pagar para terem os concertos de graça. Porque se assim não for gostaria que esse senhor me explicasse como faço para reaver os meus impostos quando alguém decide colocar a tocar um grupo que não me agrada.
Mais, parte da avenida está à meses fechada pelas fantásticas obras das vossas tão aclamadas “Portas do Mar”, por isso não venha para aqui criticar se as Portas da Cidade estiveram fechadas por algumas horas.

Desculpem o tamanho mas isto já começa a cansar...

28 julho, 2008

Contributo da História...


Nicolau Maquiavel (1469-1521) foi no séc. XV, XVI, XVII, um dos (considerados) maiores teorizadores da política até então conhecidos. Diz-se que o florentino foi o fundador da Ciência Política, que entendeu o papel que tem a psicologia no campo da política, que foi inovou ao falar em Razão de Estado, como sendo o único propósito que os governantes deveriam seguir, em vez de se subordinar a uma força divina, Deus, e ser legitimado pela vontade popular que transferia, melhor expressão, delegava, o poder de Deus para o governante.

O autor, que muitos dizem ter sido mal compreendido no momento em que lança a sua maior obra, é no entanto o propulsor do maquiavelismo, termo, hoje, conotado e usado com sentido negativo, mau, pérfido. A sua maior obra é O Príncipe.

Na transição da Idade Média para a Idade Moderna, vários são os contributos que Maquiavel vem dar. Um deles, e uma das frases referência do autor são relativas à finalidade do exercício do poder. Qual a finalidade do poder? Na Idade Média, nos países Católicos, dir-se-ia, o bem comum. O rei não era mais do que um subordinado às leis divinas e a Deus. Seria o seu vigário na Terra. Na Idade Moderna o bem comum, dá lugar à conservação do poder, como finalidade única do exercício de um cargo público.

Isto na Idade Moderna, que vai, até finais séc. XVII, período das movimentações liberalistas.

A questão que faço, humildemente, é: e hoje? Qual é a finalidade do exercício do poder, quando este é directamente e soberanamente legitimado pelo povo? Será o bem comum ou a conservação do poder?

O que significa eleitoralismo? Bem comum, ou conservação do poder?

A questão é retórica porque a resposta é óbvia.

Como é possível em favor de um ou uns, prejudicar-se muitos outros? As reformas necessárias, tanto faladas e propaladas, são palavras sem substância, que nos actos, não têm qualquer consequência. Não caímos, assim, para o relativismo, para a política/espectáculo/circo, em vez de uma política para as pessoas e de um Estado institucional em que os lugares ficam e os governantes passam?

Hoje pensa-se política, sem se pensar num modo pejorativo e degradante?

Nota: aceitam-se correcções se existir alguma imprecisão histórica.

23 julho, 2008

Quantos vão de rancho?!

Carlos César garante que é a última vez que se candidata


O líder do PS/Açores, Carlos César, garantiu ontem que em Outubro será a última vez que irá apresentar-se ao eleitorado açoriano. Na Presidência do Governo Regional desde 1996, Carlos César afirmou aos jornalistas, no fim de um breve encontro com o Presidente da República (com a marcação da data das eleições para a Assembleia Legislativa dos Açores em agenda), que "este será o último mandato que terei oportunidade de vencer. Não serei de novo candidato à Presidência do Governo Regional" - cita a agência Lusa.

Calor de Agosto

Embora as férias sejam em casa, não tenho tido muito tempo para o blog, talvez a partir de agora vou ter mais algum tempo para aqui escrever, embora com o aproximar do calor de Agosto haja mais vontade de ir dar um mergulho.

05 julho, 2008

ONU

A 26 de Junho de 1945, foi assinada, em São Francisco, a Carta das Nações Unidas, em que as Nações subscritoras reconheciam os Direitos Fundamentais do Homem, a dignidade e o valor da pessoa humana, assim como, independentemente da dimensão e do poder económico, o valor das nações grandes e pequenas. Neste sentido, no mesmo documento, é afirmado que a tolerância e a existência em paz, a união de forças para a manutenção da segurança internacional e a garantia de que a força armada não seria usada, a não ser que o interesse comum estivesse em causa, são os pilares fundamentais para a organização e as relações internacionais.

19 junho, 2008

Louvado seja a Deus!

Até o presidente do Governo Regional dos Açores vai á Califórnia, igreja de São José, rezar uma missa. O homem que se dizia ateu.
Louvado seja a César!

16 junho, 2008

Flores e Corvo






















06 junho, 2008

Brigam as comadres e descobrem-se as verdades!

"O director regional da Cultura dos Açores confirmou que as duas deslocações e estadias de Manuel Alegre ao arquipélago, para lançamento de um livro, foram suportadas pela Presidência do Governo açoriano. O director regional da Cultura adiantou, ainda, que a edição do livro foi uma iniciativa do Governo Regional socialista."


Segundo José Lello, nas jornadas parlamentares do PS, realizadas no final de Maio, Manuel Alegre esteve “a parasitar o grupo parlamentar, que lhe pagou as viagens, pois aproveitou para ir aos Açores para lançar um livro que foi patrocinado pelo Governo Regional dos Açores”.

Isto é mentira. Fui aos Açores a convite da Presidência do Governo dos Açores e da direcção regional de cultura dos Açores. Foram eles que me convidaram e que me pagaram as viagens e a estadia”, reagiu Manuel Alegre, em declarações à agência Lusa.

O deputado do PS disse à agência Lusa que o Governo Regional dos Açores sugeriu e patrocinou a obra. “Patrocinaram o livro, que é um livro sobre os Açores. Carlos César [presidente do Governo Regional e do PS/Açores] pediu-me, sabia que eu tinha uns poemas sobre os Açores”, referiu.

O livro intitulado "Escrito no Mar - Livro dos Açores" foi apresentado pelo director regional da Cultura, Vasco Pereira da Costa, que foi mandatário nos Açores da campanha de Manuel Alegre para as eleições à Presidência da Republica em 2006.


Coisas interessantes:
  • Manuel alegre foi a convite do presidente do PS/Açores pago pelo Governo Regional dos Açores.
  • O Director Regional da Cultura foi mandatário nos Açores da Campanha de Manuel Alegre.
  • Pagam-se deslocações de comitivas socialistas para repetidos lançamentos de um livro, de um poeta socialista, e obrigam-nos a pagar mais pela compra de jornais e revistas do continente.

Esconder o 6 de Junho …



Compreender os antecedentes que levaram ao 6 de Junho e o seu posterior desenvolvimento é perceber que a sua influência foi de extrema importância no processo autonómico dos Açores.

A cronologia dos acontecimentos – 25 de Abril de 1974, 6 de Junho de 1975 e 25 de Abril de 1976 - assim o indica.

É com a Revolução de 25 de Abril de 1974 que se põe fim a 48 anos de um governo de ditadura e de repressão politica e se instaura em Portugal um regime de liberdade e garantia dos direitos políticos dos cidadãos. É com esta Revolução dos cravos que se torna possível o aparecimento de movimentos e partidos das mais variadas tendências ideológicas , o protesto popular e as manifestações de rua.

Se o movimento dos capitães de Abril despoletara uma grande agitação social no continente português, consequência das nacionalizações e dos saneamentos políticos, da ocupação de terras e de uma descolonização apressada, nas longínquas ilhas dos Açores o baixo preço do leite e as altas taxas de juro, o elevado custo de adubos e rações e os monopólios e os custos dos transportes abalava a pequena economia insular, sufocando os pequenos e médios agricultores e lavradores.

A revolta contra esta a situação dá-se no dia 6 de Junho de 1975, numa sexta-feira – dia em vinham à cidade lavradores de toda a ilha para o negócio do gado. Conta-se que uma grandiosa manifestação, que faz reunir mais de 10.000 pessoas, percorre as ruas de P. Delgada gritando palavras de ordem. O slogan “ se és açoriano não fiques no passeio” apelava á participação e obtinha a adesão de todos. Lojas e bancos fechavam as portas para que empregados e patrões engrossassem a manifestação que, no seu final, obrigava à demissão do Governador e à nomeação de um “junta militar” para acalmar os ânimos.

Em 25 de Abril de 1976, com a entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa , no seu Artigo 6 º , nº 2, finalmente se reconhece que os arquipélagos dos Açores e da Madeira constituem regiões autónomas dotadas de estatutos político-administrativos próprios. Finalmente, porque fundamenta-se nos condicionalismos geográficos, económicos e sociais e nas históricas aspirações autonomistas das populações insulares. (Artº 227 nº1 da Constituição de 1976).

Esta luta política de mais um século, contra um poder central e centralizador, foi iniciada com a campanha autonómica de 1890 e foi sempre motivada pelos graves problemas económicos, pelos monopólios e pela imposição de insuportáveis aumentos de impostos ao povo destas ilhas.

Se a descentralização administrativa que resultou do Decreto de 2 de Março de 1895 só foi possível porque os autonomistas da época aceitaram reduzir as suas reivindicações, o 6 de Junho de 1975 e as suas reivindicações, mesmo as radicais – o apelo à independência – foram importantes para se alcançar a autonomia política e administrativa que hoje existe.

Esconder o 6 de Junho e aqueles que o fizeram é negar o conhecimento de uma parte da história recente dos Açores


Cláudio Almeida

P.Delgada,6 de Junho de 2008
In "Correio dos Açores"

28 maio, 2008

Qual a sua visão política?!

A minha posição.





Segundo o blog do meu amigo Rui Gamboa, poderá ser feito um teste para ver qual a nossa orientação politica.






26 maio, 2008

Aviso


24 maio, 2008

19 maio, 2008

Onde vamos parar?!

O governo Português devia baixar o imposto sobre os combustíveis.
Com a constante subida dos combustíveis em Portugal, devíamos fazer alguma coisa, já que o governo não o faz. Fica aqui algumas sugestões:
  1. Deixar de utilizar veículos que utilizam combustíveis e passar a utilizar transportes eléctricos;
  2. Passar a andar de transportes públicos;
  3. Deixar de comprar combustíveis às grandes empresas como a BP e a GALP;
  4. (aceita-se mais sugestões)

18 maio, 2008

A nossa terra, a nossa gente.

O presidente tem de saber o nosso hino.