17 janeiro, 2009
16 janeiro, 2009
Cobertura do Congresso
Mesmo à ultima eu e o Cláudio decidimos dar uma cobertura mais ou menos em directo do congresso. Claro que nisto de coisas à ultima da hora nunca dão certo mas vamos fazer o que puder-mos.. Por agora só temos vídeo... Nada de som.. Amanha as coisas deverão correr melhor...
Tromba..que?? Parte 2
Pois é também reparei nisso.. Parece que o pessoal do PS anda de tal maneira preocupado com a Câmara de Ponta Delgada que esquecem a sua própria governação. Acho que vamos criar uma nova rubrica aqui no paralelo37. Conselhos aos socialistas..
1º Conselho - Preocupem-se mais com as vossas câmaras do que com as nossas. Nunca se sabe o futuro.
2º Conselho - Preocupem-se menos com a Drª Berta e mais com a vossa apatia como governantes.
3º Conselho - E para finalizar... Parem de mandar artigos para o Açoriano Oriental a falar mal da Drª Berta. É que a população já começa a falar mal de vocês por não fazerem mais nada senão isso, sendo que o fazem só por fazer, sem razão e, acho eu que, muitas vezes sem vontade... Temos que agradar os chefes (dos dois tipos)..
Fiquei no 3º para não me alongar. Amigos do Blog, a quem desejar continuar façam favor..
1º Conselho - Preocupem-se mais com as vossas câmaras do que com as nossas. Nunca se sabe o futuro.
2º Conselho - Preocupem-se menos com a Drª Berta e mais com a vossa apatia como governantes.
3º Conselho - E para finalizar... Parem de mandar artigos para o Açoriano Oriental a falar mal da Drª Berta. É que a população já começa a falar mal de vocês por não fazerem mais nada senão isso, sendo que o fazem só por fazer, sem razão e, acho eu que, muitas vezes sem vontade... Temos que agradar os chefes (dos dois tipos)..
Fiquei no 3º para não me alongar. Amigos do Blog, a quem desejar continuar façam favor..
15 janeiro, 2009
09 janeiro, 2009
Pontos de Vista
Tab, «The Calgary Sun» & «Cagle Cartoons» O conflito israelo-palestiniano é exemplo da guerra da informação e dos vários pontos de vista que se criam envolta do conflito que fechou um ano e abre outro, talvez, como pronúncia daquilo que irá acontecer neste novo ano. O mundo fecha os olhos ao quotidiano daquela parcela do mundo, os olhos apenas centram-se quando rebenta a guerra. As legitimações da guerra e os porquês abrem telejornais. Talvez, porque a desgraça de um povo dê audiências... No centro da guerra temos um povo que não a quer, que já vive em extremas dificuldades, que são motivo da influência do Hamas. Israel, parece ainda não ter percebido isso, quanto mais desgraça e mais funerais houver na Faixa de Gaza, mais legitimidade haverá para o Hamas. A infância perdida de muitos órfãos nesta guerra será pretexto de novos recrutamentos, de nova doutrina, de uma continuidade terrorista que o mundo, nem Israel quer. Os órfãos de hoje serão os terroristas de amanhã. Enquanto existir este ciclo de desgraça, haverá igualmente um ciclo de novo potenciais terrorista. Israel fabrica o seu próprio inimigo, doutrina-o e dá motivos para ser hostil. Os órfãos desta guerra serão fáceis de doutrinar, não será difícil passar a ideia de que quem matou os país e os irmãos é um alvo a abater... Do outro ponto de vista, está um Estado que faz do seu quotidiano intervenções militares. Muitas delas legitimadas, qualquer país que visse cair rockets nas suas cidades teria posição semelhante à de Israel. Na imprensa e na blogosfera, muitos condenam Israel, o problema é que se esquecem que chove semanalmente - talvez diariamente - rockets sobre as suas cidades há meses. Israel falhou quando radicalizou a OLP de Arafat, dando espaço ao Hamas para crescer, agora tem entre maus um monstro que foi o próprio Estado de Israel a dar razões e motivos para a sua existência. A razão não está apenas de um lado, os pontos de vista neste conflito são tão antitéticos. Optar por defender um facção sem querer ver os argumentos da outra é entrar no erro de esquecer as vitimas deste conflito, que ora são escudo de uma parte, ora são guarda avançada da outra. Que a geração que agora nasce e cresce nos escombros desta guerra, seja mais moderados do que aqueles que fabricaram a sua desgraça.
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07 janeiro, 2009
São os socialistas que o dizem III
"Captar investimento externo não é a solução ideal para os Açores."
Monteiro da Silva, primeiro presidente da APIA (Agência para a Promoção do Investimento dos Açores), ex-presidente do conselho de administração da EDA e ex-conselheiro politico de Carlos César na "Convenção para Uma Nova Autonomia). In Correio dos Açores, 4 de janeiro de 2009.
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Monteiro da Silva, primeiro presidente da APIA (Agência para a Promoção do Investimento dos Açores), ex-presidente do conselho de administração da EDA e ex-conselheiro politico de Carlos César na "Convenção para Uma Nova Autonomia). In Correio dos Açores, 4 de janeiro de 2009.
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Política Regional
São os socialistas que o dizem II
Açorianos podem optar por novas diásporas
"As dificuldades de âmbito económico, nomeadamente ao nível do emprego, são, com efeito, hoje como no passado, determinantes importantes na mobilidade de saída, em especial da emigração."
"Não me custa assim acreditar que esta venha a ser considerada uma solução por parte de quem se sente sem perspectivas de trabalho na sua terra de origem."
Gilberta Rocha, especialista em Demografia, Professora Universitária e antiga deputada regional do Partido Socialista in Diário Insular.
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"As dificuldades de âmbito económico, nomeadamente ao nível do emprego, são, com efeito, hoje como no passado, determinantes importantes na mobilidade de saída, em especial da emigração."
"Não me custa assim acreditar que esta venha a ser considerada uma solução por parte de quem se sente sem perspectivas de trabalho na sua terra de origem."
Gilberta Rocha, especialista em Demografia, Professora Universitária e antiga deputada regional do Partido Socialista in Diário Insular.
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Política Regional
São os socialistas que o dizem
Açores vão sofrer mais uma vaga de emigração
“Com o fim das quotas leiteiras e o continuar de uma política de investimentos não reprodutivos, os Açores vão voltar a ser assolados, num prazo de 15, 20 anos, pela emigração”
“vamos voltar a ter de sair daqui para ter onde trabalhar e ganhar a vida”
"a Região tem vindo a fazer investimentos de rico, quando é pobre, paupérrima, aliás como o resto do país”
Artur Da Cunha Oliveira - Militante do Partido Socialista e antigo eurodeputado in Diário Insular.
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“Com o fim das quotas leiteiras e o continuar de uma política de investimentos não reprodutivos, os Açores vão voltar a ser assolados, num prazo de 15, 20 anos, pela emigração”
“vamos voltar a ter de sair daqui para ter onde trabalhar e ganhar a vida”
"a Região tem vindo a fazer investimentos de rico, quando é pobre, paupérrima, aliás como o resto do país”
Artur Da Cunha Oliveira - Militante do Partido Socialista e antigo eurodeputado in Diário Insular.
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Política Regional
06 janeiro, 2009
04 janeiro, 2009
Lavoura açoriana em risco.
A lavoura açoriana passa por grandes dificuldades. Os subsídios que levaram tempo a chegar e o preço do leite ao produtor a descer. O presidente da associação agrícola de São Miguel já veio anunciar que 2009 será um ano difícil para a lavoura micaelense.
Hoje no açoriano oriental é notícia que cerca de 100 explorações agrícolas da ilha da Terceira estão em risco de fechar devido à descida do preço do leite.
Hoje no açoriano oriental é notícia que cerca de 100 explorações agrícolas da ilha da Terceira estão em risco de fechar devido à descida do preço do leite.
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Lavoura,
Política Regional
29 dezembro, 2008
Personalidades do ano.
Política Regional:
Berta Cabral
Primeira mulher a liderar um partido Regional
O Resultado obtido nas ultimas eleições Regionais pelo CDS/PP, sob a liderança de Artur Lima, foi uma surpresa para muitos .
DESPORTO:
Nelson Évora
Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim17 dezembro, 2008
16 dezembro, 2008
Suboxone
Uma embalagem com sete comprimidos de Suboxone custa 22 euros ao utente e 15 ao SRS, um só comprimido atinge 30 euros quando vendido no mercado negro!
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Política Regional,
Saúde
15 dezembro, 2008
Fazer o preço
A crise por agora parece ter efeitos positivos, as taxas de juros baixam constantemente, os produtos alimentares tendem a baixar e o petróleo está em baixa nos mercados internacionais. Como dizia um senhor no café esta crise é dos ricos, o pobre até está bem. A realidade pode não ser bem assim, mas anda lá perto.
O petróleo tem batido os mínimos dos últimos anos e caiu cerca de 100 dólares desde o pico de preços do Verão passado, onde tudo aumentava. Na altura, a OPEP dizia que o problema estava nos intermediários, nos especuladores que retiravam lucros entre o produtor e o consumidor final. Os governos também aproveitavam, a melhor altura para subir os impostos é quando dá-se subidas, pois o imposto mistura-se com o aumento e simula-se o acréscimo de tributação.
O preço da matéria-prima caiu, e não é notória essa quebra no produto final, os passes aumentaram, os combustíveis, os produtos alimentares, as prestações de serviços de transportes, as viagens aéreas... 100 dólares depois, os preços continuam na mesma, nem vale a pena referir o exemplo das nossas tão queridas SATA & TAP. O problema nem é que os preços não fizeram sentir a quebra de 100 dólares, o problema será quando começar a acontecer uma nova subida. Serão necessários novos reajustes, justificados pelo aumento e o consumidor com figura de parvo irá pagar dois aumentos pela mesma justificação quantitativa.
A OPEP já avisou, haverá cortes na produção. É a tal história da oferta e da procura... O problema não está na OPEP - pelo menos nesta história, não está - está sim, nas irresponsabilidade das empresas e governos em ajustar os custos de produção aos custos do produto final. É necessária competência na hora de fazer o preço. Afinal, estará sempre o consumidor no último reduto para pagar a factura...
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Economia
09 dezembro, 2008
05 dezembro, 2008
O Poder da Atracção
O colega Rui Gamboa aqui numa caixa de comentário sugere a discussão do porquê dos partidos não conseguirem atrair jovens e o que deve ser feito para que os jovens possam chegar-se aos partidos e às suas juventudes partidárias. Primeiramente, sou defensor das juventudes partidárias, são estruturas informais de participação política e devem ser locais de aprendizagem política, consolidação ideológica, mas acima de tudo escolas de civismo. Devem ser por principio a primeira fonte de atracção dos jovens à política. Veja-mos assim alguns pontos, pelos quais entendo que os jovens não se chegam à política e aos partidos:
- Sentido de participação política. Os jovens de hoje são os mais informados da história do país, mas menos participativos. Esta natureza advém do falhanço das políticas educativas, em especial da história recente de Portugal. Também, porque as jotas não conseguem ter grande actividade política e ideológica, não falo das estruturas de topo, mas das de base. As actividades são mais de carácter recreativo.
- Ideologia. Não há uma definição ideológica dos partidos, vagueiam atrás do voto. Os partidos e as jotas não estão preocupados em ensinar e sedimentar a ideologia. Mais de metade dos jovens entraram nas jotas, porque é o partido do pai, porque está lá o irmão, o primo, o melhor amigo, @ miud@ que se gosta, o António e o Manel. Não há sentimento ideológico e depois de se fazer parte da estrutura, não há a preocupação de se explicar e ensinar a ideologia e o porquê de ser-se do partido X.
- O trigo e o joio. Sendo as jotas estruturas informais - ou pelo menos, menos formais - tem ciclos interessantes, para se ganhar um congresso ou uma votação não é preciso ter grandes ideias e propostas, basta ter muitos amigos. Isto, acaba por afastar alguns que podem ter ideias, mas não têm amigos.
- Saber entrar e sair/ Trampolim. As estruturas de base (núcleos) são algo monárquicos, entra-se para a liderança aos 18 fica-se lá uma data de anos e só se sai se for para um cargo maior. As jotas são entendidas como trampolins pessoais, coloca-se o eu à frente do nós.
- Discurso jovem. Há uma equação que poucos conseguem resolver, um discurso que os jovens percebam com ideias definidas e profundas. Quando há a primeira parte, falha a segunda - e vice-versa.
- Formação. Não há apostas na formação dos líderes de base (núcleos e concelhias), muitos acabam por ter actividades mais recreativas do que políticas, porque também não têm formação.
- Agenda e ideias próprias. As jotas têm que ter uma agenda própria e não podem viver das questões fracturantes. As jotas não têm actuações niveladas, andam aos altos e baixos ao longo dos anos.
- Distanciamento dos políticos. Os políticos estão noutro mundo e só descem às ruas no mês antes das eleições. Não basta fazer o porta a porta de quatro em quatro anos.
- Conhecimento. Muitos jovens acabam por não entrar nas jotas, porque não sabem o que elas fazem e para que servem. Depois, é preciso saber-se em qual entrar.
- Autonomia financeira. A região é pequena e a administração pública é o grande empregador, convém estar caladinho se queremos trabalho, ou pelo menos não ser do partido contrário do empregador. De preferência, é bom ser do partido do empregador...
- Pensamento. Nas jotas e nos partidos, querem ao seu lado, pessoas que pensem o mesmo. Se fosse eu, queria ao meu lado pessoas que pensem de forma diferente de mim, porque para chegar às mesmas conclusões, já tenho o meu cérebro. A realidade, é que se afasta os que divergem e agrupa-se os que pensam da mesma forma, isto limita as tomadas de posição de qualquer estrutura.
- Liberdade de expressão. Entrar num partido ou jota limita a liberdade de expressão, criticar abertamente o partido é mal visto. É impossível limitar-se a expressão dos jovens quando estão em fase de consolidação intelectual.
Quanto a mim, os pontos essenciais são os 7.8.10.12, também, porque não tenho disponibilidade e não serei uma mais valia. Estou afastado dos partidos, mas sigo com atenção os problemas que afectam o meu meio, e é isso que considero importante. Sei que muitos irão discordar, está aberta a discussão. Os que são velhos leitores do In Concreto, saberão que já estive na JS. Entrei por empurrão de um primo líder de núcleo, nunca fiz qualquer participação ou intervenção. Infelizmente, acho que a minha experiência nas jotas é espelho de grande parte dos jovens que fazem parte nas jotas. Porque é que sai? Comecei a pensar pela minha cabeça...
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