06 novembro, 2008

Campanha SOS cagarro – Ecoteca da Lagoa



A Ecoteca de Lagoa, no âmbito da Campanha SOS Cagarro 2008, acolhe nos dias 6, 7 e 8 de Novembro a exposição fotográfica: “A Madrugada das Cagarras” de Paulo Henrique Silva.

A exposição estará patente ao público em geral das 13:30 horas às 20:30 horas, na Ecoteca da Lagoa na Av. Vulcanológica nº3, Atalhada.

Nos mesmos dias irão realizar-se Brigadas Nocturnas de Salvamento de Cagarros. Os interessados devem comparecer na Ecoteca pelas 20:00 horas.

Apela-se à participação de todos.

A campanha SOS Cagarro, e especificamente as sessões informativas promovidas pela Ecoteca, tem como objectivo alertar a população em geral e os mais jovens dos perigos a que esta ave está sujeita nesta época do ano aquando do início da sua migração para a zona tropical. As luzes das povoações, automóveis e faróis frequentemente confundem os juvenis que acabam por ser capturados, feridos ou até atropelados.


Passagens

É inacreditavel o que se passa com a SATA. A novidade de ultima hora diz-nos que na Madeira a SATA está a fazer promoções em que na compra de 5 passagens ida e volta ao Continente, estas mesmo custam 700€. Ora conta não muito dificil.. 700€/ 5 = 140€...
Ainda por cima quem for residente tem direito ao reembolso de 60€ correspondente ao subsidio de mobilidade, o que faz com que a passagem fique pelo CARISSIMO preço de 80€... Válido ente 1 de Novembro e 29 de Março de 2009.
Nós mesmo com promoção pagamos 223€ e se assim não for pagamos 293€.
Tirem lá as conclusões que quiserem.

Aniversário




O Blog fez anos e passou em branco! Já lá vão 2 anos e dois meses. Foi no mês de Setembro de 2006 que blog teve o seu inicio.

Foi rápido!

05 novembro, 2008

Obama elected 44th president !


04 novembro, 2008

Eleições nos EUA


As eleições nos EUA estão na sua recta final, prevê-se uma vitória de Obama, o que julgo que não será uma vitória muito folgada como indicam as sondagens, será na ordem dos 3 a 4 pontos percentuais.
Aqui à cerca de um ano estávamos longe de esperar que o candidato pelos Democratas fosse Obama, na altura não era o favorito. Ao longo da campanha foi mostrando o seu carisma e a sua forma de actuar, fazendo com que a maioria dos Democratas o elegessem como candidato Democrata ás eleições Americanas.
Por outro lado, o candidato MacCain também não era o favorito do lado dos Republicanos, contudo o seu percurso ao longo da campanha foi ascendente, culminando com a sua nomeação para representar os Republicanos.
No inicio, o factor guerra do Iraque foi decisivo para que esses fossem os candidatos á administração Norte Americana. No entanto, o tema sobre o Iraque foi ultrapassado pela crise económica interna, passando este a ser o grande cavalo de batalha dos dois candidatos e remetendo a guerra para ultimo plano. Seria necessário referir, que caso na altura da nomeação dos candidatos de ambos os partidos a crise económica estivesse na ordem do dia, tenho a certeza que esses não seriam agora os candidatos á Casa Branca.
É nesta recta final da campanha que podemos concluir que independentemente do futuro presidente dos EUA, o Capitalismo estará sempre a cima de tudo o resto, porque os americanos são por natureza, capitalistas.

Informação

Decidi alargar os utilizadores deste blog, Os comentários neste blog passarão a estar restringidos aos membros da equipa.

03 novembro, 2008

Final round

30 outubro, 2008

Frozen Grand Central

29 outubro, 2008

Fertilidade

Ás vezes pergunto-me porque motivo neste país o governo paga para fazer um aborto mas nem quer ouvir falar de tratamentos de fertilidade.. E ainda falam da diminuição da população. Porque será?

A entrevista ontem sobre este assunto deixou-me a pensar...

27 outubro, 2008

A crise … e a CRISE




A palavra “ crise ” pode definir, entre outras, a situação de um governo que encontra dificuldades em se manter no poder ou uma perturbação que altera o curso ordinário das coisas. Se a actual crise financeira não parece pôr em dificuldades o governo, então consideremos a última definição.

Segundo os analistas da crise, aquela “perturbação”, que resultou da desconfiança das instituições financeiras para o cumprimento dos negócios que entre si fazem, terá sido passageira e depressa os governos lhe encontraram soluções. Se num dia os banqueiros se queixavam da falta de liquidez e as cotações das bolsas mundiais caíam abruptamente, no dia seguinte os donos dos bancos aplaudiam as medidas do governo e os mercados financeiros pareciam recuperar. De facto, uma espectacular concertação que vai permitir ao grande capital usufruir do aval e de dinheiro do Estado para os seus negócios. Negócios que vão continuar a gerar lucros de milhões e milionários vencimentos para os seus administradores.

A outra CRISE, a que afecta a vida das famílias há alguns anos, pode esperar.
De acordo com o governo socialista esta outra crise parece não existir. Passa ao largo dos Açores. Aqui vivemos regaladamente bem, não há situações de pobreza, os números apresentados pelas estatísticas estão todos mal e é tudo uma invenção .

Para o PS, que governou esta região durante 12 anos, não é verdade que 18% da população vive abaixo da taxa do risco de pobreza e que há idosos com pensões de sobrevivência de 140€ .
Que o salário de muitas famílias passou a ser insuficiente para a alimentação e para a prestação da casa. Nem que o número de beneficiários do rendimento de inserção social aumentou de 1.300 para 17.800 nos últimos 4 anos, nem que isso correspondente a 8% da população. Nem é verdade que o Banco Alimentar contra a fome tem distribuído centenas de toneladas de alimentos por milhares de carenciados, num crescendo que não pára .


Não acreditam que a inflação registada nos Açores foi sempre superior à do continente e à da Madeira. Que as taxas reduzidas do IVA não compensaram os custos dos transportes de produtos e de mercadorias e que o elevado custo das passagens aéreas nos afasta do resto mundo. Que os negócios dos pequenos comerciantes são sufocados pela teia de impostos que o estado lhes obriga a pagar. Que a restauração não resistiu à desleal concorrência do governo na atribuição de milhões para a promoção de festas e espectáculos em locais que lhe interessou privilegiar.

Não compreendem o porquê da redução da população estudantil e que isso vai trazer graves consequências ao desenvolvimento futuro destas ilhas. Que de 1994 a 2008 os Açores perderam 7.300 alunos. Só a Escola Básica 2,3 de Capelas, situada numa área de aumento demográfico, perdeu 1.155 alunos em 5 anos. Em 2003 tinha 2.171 alunos e agora só tem 1.016.Nem querem saber porque motivo apenas um quarto dos seus 850 alunos com horário alargado come no refeitório da escola, nem porque razão todos os outros não podem pagar os 2,06 € da refeição.

Fingem não entender que é entre os jovens oriundos de meios sócio - económico desfavorecidos que se verifica maior envolvimento no tráfico e consumo de drogas e consequentemente onde mais cresce a delinquência e a criminalidade. Que 70% dos reclusos das cadeias dos Açores têm idades entre os 16 e 28 anos e estão presos por crimes relacionados com o tráfico e consumo de droga . Não querem reconhecer que as suas políticas de prevenção e de combate ao tráfico de droga têm sido ineficazes.

É por tudo isto que eu continuo a acreditar que melhor é possível.

23 outubro, 2008

Fantasmas


Neste momento é preciso esquecer os fantasmas do passado e apenas e somente pensar o presente, porque o futuro só a Deus pertence!

18 outubro, 2008

No comments...

Entretanto, o Público noticiou que, a três dias das eleições, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) pagou 75 por cento do valor dos subsídios aos agricultores açorianos (o que pode ser provado no site do IFAP na internet). Os subsídios foram adiantados só para os Açores. Os agricultores do Continente e da Madeira não viram os montantes a que tinham direito disponibilizados neste momento.


Sublinhados meus.

16 outubro, 2008

Turismo

Tendo-me deslocado, numa ocasião muito especial para mim, ao arquipélago das Canárias (mais propriamente a Gran Canária), percebo agora o que dizem que a nossa ideia de turismo fica muito aquém daquilo que outros países/regiões praticam. Não quero ser político nem muito menos atacar seja quem for, mas sim expressar o que vi e senti na minha viagem.
A imagem que fiquei da ilha foi de uma ilha criada para o turismo e somente turismo (pelo menos a costa sul desde Las Palmas a Maspalomas). Tudo é árido, não chove e a vegetação que cresce mais parece que estamos nas imagens da CNN aquando da entrada no Afeganistão. Mas isso não os impediu de se prepararem para o turismo. Todos os locais que visitamos (parques temáticos e outros) eram pagos e bem pagos, se bem que possuíam muitas diversões para todos aqueles que os visitavam. Em muitas delas diverti-me muito com espectáculos e outras actividades.
Os centros comerciais existem por todo o lado. Muitas vezes passava de um para o outro sem saber que o tinha feito tal a proximidade entre ambos. O mais incrível é que TODOS possuem o mesmo material à venda (refiro-me a material de recordação e material electrónico) e que, ao contrário do que seria de esperar, nem sempre os maiores centros comerciais ou os colocados em áreas importantes possuem os preços mais baixos.
As energias renováveis tornaram-se uma prioridade pois por todo o lado existem parques eólicos.
Onde quero chegar com isto? Bem isso ai é outra história… Não quero chegar a lado nenhum. Só quero saber a opinião das pessoas em relação ás diferenças existentes na forma que estas duas regiões têm em tratar o turismo. Sinceramente prefiro viver numa ilha mais calma mas uma coisa é verdade, eles têm muito mais proveito do que nós do turismo.
E termino com uma situação caricata. Noutro dia decidi levar um colega do Continente (que cá vive agora, pois existe falta de Engenheiros civis nos açores que obriga as empresas a terem que contratar pessoas do Continente) ao aquaparque de Vila Franca. Ao falar de preços referi que ainda custava um pouco a entrada, pois 5€ por pessoa sempre custa nos dias de hoje. Qual não foi o meu espanto quando surge a resposta que até parecia de graça pois em Braga o preço ronda os 25€ e mais tarde já em Gran Canaria para entrar num tive que pagar 35€ por pessoa. Dá que pensar…

13 outubro, 2008

Que tal esta ideia?

Tenho uma proposta a ser feita.. Visto o nosso presidente ser uma verdadeiro animal económico que consegue evitar uma crise mundial chegue aos açores, que tal o colocar a concorrer para presidente do parlamento europeu? Ou até mesmo que tal concorrer contra o Obama?? Gostaria de ver o nosso D. Sebastião a salvar o mundo com os seus poderes..

03 outubro, 2008

A Maria, os irmãos, os pais e a avó!

Melhor é Possivel

01 outubro, 2008

TOXICODEPENDÊNCIAS


A Observação e Estudo. Desenvolvimento de um observatório que realize um estudo alargado sobre as várias situações existentes nos Açores para que, consequentemente, os técnicos especializados possam aplicar a melhor estratégia para a redução destes no arquipélago. A realização de um estudo e/ou inquérito dirigido às populações juvenis e aos meios Escolares dos Açores sobre o consumo de drogas e bebidas alcoólicas, sendo este claramente um passo importante para o real conhecimento da sua abrangência e de alerta para o problema.

A Prevenção Primária às toxicodependências. Defendemos a introdução de conteúdos curriculares em disciplinas já existentes, onde abrangem matérias relacionadas com a prevenção das toxicodependências nas escolas dos Açores.

A Centros de Adictologia. Criar centros de Adictologia onde seja possível fazer a reabilitação de jovens toxicodependentes que também funcionarão como centros de prevenção secundária. O Tratamento é fundamental para o combate a esta problemática. Estes centros terão de ser criados nas ilhas de São Miguel e Faial, sendo que já existe na ilha Terceira.

A Implementação de centros de apoio a Toxicodependentes (CAT). É importante criar em todos os concelhos dos Açores os Centros de Apoio aos Toxicodependentes para que estes tenham como objectivo enviar os doentes para os centros de Adictologia e receber os mesmos após o seu tratamento. Estes Centros de Apoio também podem e devem criar os mecanismos necessários para uma boa reinserção social do toxicodependente.


A Reforçar a autoridade policial. com o reforço de meios policiais, para um combate policial eficaz aos traficantes, que muitas vezes se passeiam impunemente junto de escolas e locais de concentração de juventude;

25 setembro, 2008

Cerco a PDL

Para entrar na cidade de Ponta Delgada torna-se cada vez mais difícil, principalmente com as obras que decorrem na Rotunda de São Roque e nas obras da entrada norte, junto ao Hospital. Porquê fazer essas obras todas ao mesmo tempo, será para mostrar trabalho para as eleições Regionais? Não percebem que só vem dificultar a vida aos cidadãos que todos os dias entram em Ponta Delgada, principalmente nas horas de maior tráfego!

10 setembro, 2008

Terá sido assim?


02 setembro, 2008

O ESTAGIAR L e como MELHOR É POSSÍVEL



É interessante notar o quanto é redutora a visão de objectivos do governo do partido socialista quando regulamenta e adapta à Região programas co-financiados por estruturas europeias. Refiro-me ao Programa de Estágios Profissionais destinados a jovens habilitados com qualificação superior, que nos Açores foi “criado (?)” e designado por Estagiar L.

Este programa, que tem como objectivo a inserção de jovens na vida activa e contribuir para facilitar a sua integração nos quadros das empresas, não é uma dádiva dos governantes aos jovens desempregados à procura do primeiro emprego. É, antes de mais, um auxílio do Fundo Social Europeu aos governos incapazes de promover políticas geradoras de emprego e com saídas profissionais para os cursos ministrados nas Universidades.

Mesmo com as alterações recentemente introduzidas pela Resolução do Conselho do Governo nº7/2008 continua a ser preciso melhorar o Estagiar L, por forma a permitir reais possibilidades de emprego e igualdade de oportunidades aos jovens licenciados de todas as ilhas dos Açores.

Algumas normas do programa permitem concluir que há muito mais benefício para as entidades promotoras do estágio do que uma verdadeira perspectiva de empregabilidade dos estagiários. Primeiro, não deveria possibilitar que uma empresa “recrute em cada ano civil” um número de estagiários igual ao número de trabalhadores constantes do seu quadro de pessoal, sem que tenha admitido para os seus quadros trabalhadores que foram estagiários no ano anterior. Segundo; não deveria isentar a empresa/entidade promotora da sua comparticipação na compensação pecuniária paga ao estagiário, porque isso pode ser interpretado como uma concessão de mão de obra gratuita à empresa.

Por outro lado, com a limitação do período de estágio a 6 meses em S.Miguel e na Terceira e a sua ampliação para 24 meses nas restantes ilhas, está-se a fomentar a discriminação negativa dos estagiários daquelas duas ilhas. Um estágio profissional com tão longa duração é trabalho precário, e dois anos a trabalhar sem direito às devidas férias é inconstitucional.

Erro grave é não proporcionar igualdade de oportunidades entre os jovens licenciados residentes em cada uma das ilhas. É impossível a um estagiário residente numa ilha fazer o estágio noutra ilha, porque a compensação que lhe pagam é insuficiente para poder suportar os custos de fixação, renda de casa e transportes.

Após um curto período de adaptação e aprendizagem, o estagiário trabalha e cumpre horários como qualquer outro profissional da Empresa que o acolhe. É justo que receba um salário compatível com as funções que desempenha e aufira das regalias dos restantes trabalhadores.
É assim que se procede com idêntico programa no continente. A bolsa de formação é superior, tem direito aos subsídios de refeição e de transportes, e de apoio financeiro para o alojamento quando residir a mais de 50Km do local do estágio.

Outra questão de grande importância refere-se à necessidade de se consignarem descontos para a Segurança Social, eventualmente com taxas reduzidas para as entidades promotoras dos estágios. Pelo menos os estagiários terão alguma protecção quando, após o estágio, se virem obrigados a voltar ao desemprego.
Correio dos Açores