
26 fevereiro, 2009
23 fevereiro, 2009
19 fevereiro, 2009
Os jovens dos Açores precisam de um programa de Arrendamento.

- Que seja melhor do que o IAJ – o programa nacional de Incentivo ao Arrendamento Jovem, que há pouco tempo foi transformado no Porta 65, e,
- Que seja bem melhor do que o Programa Jovens ao Centro, aprovado em 2006, pela maioria socialista na Assembleia Legislativa Regional dos Açores.
O Porta 65 pouco ou nada tem apoiado o arrendamento jovem nos Açores. Tal facto deve-se, tão simplesmente, à falta de publicitação do programa.
Não se conhece um único ponto, uma única loja, onde os jovens se possam dirigir e obter esclarecimentos para apresentação de candidaturas ao Porta 65.
As pouquíssimas candidaturas que existem foram feitas pela Internet e o seu escasso número é de 17, em 8 mil e sessenta e um das candidaturas aprovadas nos últimos quatro períodos de candidatura.
Quanto ao designado Programa Jovens ao Centro, que tem por principal finalidade uma maior concentração de população nas cidades dos Açores, embora o pretenda sob a capa de uma revitalização dos centros históricos, deverá ser revogado.
Deverá ser revogado, não só porque é contrário aos princípios que defendemos para a fixação de jovens e de casais jovens nas ilhas de menor dimensão, mas também porque algumas das suas normas parecem contrariar a Lei do Arrendamento Urbano.
E tanto assim é que, decorridos quase três anos da sua aprovação, ainda não foi objecto de regulamentação.
12 fevereiro, 2009
Era só o que faltava
Só espero que isto não passe do papel..
11 fevereiro, 2009
Visita ministerial à Região Autónoma dos Açores
Rejeitando o uso dos aviões de carreira, a comitiva ministerial viajou em Falcon, no domingo, dia 8, ao fim da tarde — e acabou por não conseguir aterrar em Ponta Delgada, tendo regressado à capital, depois de ter andado às voltas sobre a ilha de São Miguel, no meio da tempestade, certamente com muito incómodo e até susto dos dez viajantes vips.
Ora, 45 minutos antes da hora prevista para a chegada do voo especial em que se fazia transportar o MAI e comitiva, o habitual voo da SATA Internacional Lisboa-Ponta Delgada aterrou no horário e sem problemas.
O programa incluía “cerimónias” várias, que foram adiadas sine die.
Importa apurar os contornos desta visita ministerial, a primeira de um ano recheado de eleições.
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A selecção.. portugo-brazileira??????
30 janeiro, 2009
Terreiro de São Mateus

No próximo Domingo, dia 1 de fevereiro, ocorrerá uma concentração de praticantes de desportos de ondas no Terreiro de São Mateus pelas 13h00m, Ilha Terceira.
O objectivo é chamar a atenção das autoridades competentes para que se proceda a um ajuste na intervenção, junto à zona onde se pratica surf e bodyboard, sem desvirtuar a filosofia geral do projecto que vai do Terreiro de São Mateus até ao Negrito, pelo litoral de elevado valor lúdico e paisagístico.
Sendo os desportos de ondas uma actividade que ocorre principalmente na Época Baixa acham os seus praticantes que é do interesse do todos, principalmente da freguesia de São Mateus e do seu anunciado Roteiro Turístico, que dentro do razoável se preserve essa zona de surf que é a única de toda a Costa Sul da Terceira sendo um excelente complemento em toda a oferta lúdica disponível na freguesia e concelho de Angra.
Os proponentes, conscientes das dinâmicas em jogo, sugerem que a obra avance começando no sentido Negrito – Terreiro para que assim não se atrase o início da mesma e haja tempo para repensar o pequeno troço final, junto à zona de desportos de ondas, no Terreiro de São Mateus.
Neve em São Jorge
Fotos tiradas no Pico da Esperança (ponto mais alto de São Jorge, e onde, há alguns anos atrás, aconteceu o desastre de aviação) e enviadas pelo Deputado de São Jorge Mark Marques
29 janeiro, 2009
28 janeiro, 2009
27 janeiro, 2009
Conselho de Ilha da Ilha Terceira
Presidente da Mesa: Muito bom dia. Vamos então iniciar a nossa Assembleia de Ilha. Eu passaria a palavra à dona Rita, no sentido de fazer a chamada dos Conselheiros.
Rita Branco: António Maio, Fernando Rocha, Fernando Sieuve, Rita Branco, José Pedro Cardoso, Roberto Monteiro, Ricardo Barros, António Toledo, João Luís Santos, Aurélio Fonseca, Berto Graciliano, Humberto Machado, Rui Ferreira… O Rui Ferreira… O Rui não disse nada…
Presidente da Mesa: Não, o Rui mandou-me aqui uma carta justificativa da sua ausência.
Rita Branco: Pronto.
Presidente da Mesa: Está aqui. Não, não é esse. Espera aí. Rui… Rui Ferreira (imperceptível). E o Francisco Coelho. São os únicos que justificam.
Rita Branco: Jorge Leonardo…
Presidente da Mesa: Não está. Quem está é o Sandro Paim.
Rita Branco: José Leonel Álamo Meneses…
Presidente da Mesa: Esse não está.
Rita Branco: Paulo Ferreira não está. José Manuel Ferreira Pimentel Dias.
Rita Branco: Deputados: António Parreira, José Gaspar, Francisco Coelho, Cláudia…
Presidente da Mesa: Peço desculpa. O Francisco Coelho justifica a sua ausência. Não está.
Rita Branco: Fernanda Trindade, Osório, António Ventura, Clélio Ribeiro, Carla Patrícia, Artur Lima…
Presidente da Mesa: Não está.
Rita Branco: Está tudo.
Preocupados
17 janeiro, 2009
Estatuto em vigor?
A justificação dada pelo Comandante é que não “recebeu da tutela qualquer indicação para hastear a bandeira açoriana nas unidades militares existentes na região”, o que não é nenhuma surpresa, uma vez que o Ministro da Defesa afirmou sexta-feira que o hastear da bandeira regional nas unidades militares dos Açores "não faz sentido”. A verdade é que Severiano Teixeira, enquanto cidadão, tem todo o direito à sua opinião, mas enquanto membro do Governo, está obrigado a cumprir a Lei em vigor, sem mais.
Prevê-se que este episódio tenha consequências: desde logo para o Ministro da Defesa, Severiano Teixeira, sob pena de se abrir um precedente deveras perigoso. Depois, e talvez mais grave, o extremar do centralismo e do sentimento anti-autonomias que, nestes últimos tempos, tem estado de volta a (partes de) Lisboa e que poderá se traduzir em atitudes que poderão prejudicar os interesses dos Açores.
Intervenções politicas

"Independentemente de quem ganhe eleições internas, no dia seguinte somos todos pelo PSD" por Alexandre Gaudêncio
Moções no Congresso - Destaques
- “É na Região Autónoma dos Açores que se regista a mais alta percentagem de beneficiários do rendimento social de inserção. O impressionante número de 4900 famílias, que corresponde a 8% da população residente, precisa do apoio do Estado para satisfazer as suas necessidades básicas de alimentação”.
- “No período censitário 1991/2001, o saldo migratório foi de menos 10.240 indivíduos (…) Entre 2000/2007 houve uma redução de 3.500 indivíduos no grupo etário entre os 0 e 14 anos e uma redução de 13.2 para 11.7 na taxa bruta de natalidade. De 1994 a 2007 assistimos a uma redução drástica do número de alunos matriculados no 1º ciclo das escolas da Região. Se em 1994 havia 21.26 alunos, em 2007 estes eram apenas 13.880”.
- “Nos Açores, 80% dos roubos e pequena criminalidade são praticados por indivíduos que precisam de dinheiro para comprar drogas (..) Só no estabelecimento prisional de Ponta Delgada mais de 70% dos detidos são jovens com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, e estão presos por crimes relacionados com o tráfico de droga.
- “Nos Açores do século XXI existem cerca de 9,4 % da população analfabeta. Há neste momento mais de vinte mil açorianos sem qualquer grau de ensino e desses há mais de dezanove mil que têm dez ou mais anos e que são considerados analfabetos.
- “Para o PSD, a autonomia não podia permanecer reduzida à capacidade de, por via administrativa, os Açores adaptarem ou implementarem localmente as políticas definidas por Lisboa.”
- “Exigiu (o PSD) que a execução concreta das opções políticas, plasmadas sob a forma de lei, ficasse igualmente a cargo dos Açores e dos açorianos”.
- “A autonomia açoriana forjada pelo PSD em 1975 foi de tal modo inovadora a nível europeu que serviu de modelo para outras Regiões autónomas europeias.
- “Urge retomar a liderança do processo autonómico dos Açores. Só o PSD reúne as condições políticas e ideológicas para o fazer”
- “Portugal já não é um Estado unitário. É uma ilusão permanecer refém deste conceito”.
- “Torna-se necessário refundar a autonomia política. E isso faz-se é na Constituição da República”.
(Propostas concretas)
- “Consagrar o Estatuto como Constituição da Região”.
- “Eliminar do cargo de Representante da República, por manifesta inutilidade”
- “Assegurar a configuração da Região como círculo eleitoral para o Parlamento Europeu”
- “Prever a possibilidade, sempre que tal se justifique, de os órgãos de governo próprio da Região representarem o Estado português nas instituições da União Europeia e nos organismos internacionais”
- “Superar (…) a eliminação da proibição de partidos regionais”
- “Reformular do sistema político interno da Região, adequando-o àquilo que tem vido a ser a prática concreta dos últimos anos, substituindo o actual modelo parlamentarista – nunca praticado –, por um modelo presidencialista, contexto em que o Presidente do Governo Regional emergirá como Presidente dos Açores”
Intervenções politicas

"Iremos ganhar por nosso mérito e por mérito do nosso partido e não por demérito do PS" por Bento Barcelos
Intervenções politicas

"É importante ter um partido aberto. Aos militantes e principalmente a quem quiser e vier" por Joaquim Machado
16 janeiro, 2009
Cobertura do Congresso
Tromba..que?? Parte 2
1º Conselho - Preocupem-se mais com as vossas câmaras do que com as nossas. Nunca se sabe o futuro.
2º Conselho - Preocupem-se menos com a Drª Berta e mais com a vossa apatia como governantes.
3º Conselho - E para finalizar... Parem de mandar artigos para o Açoriano Oriental a falar mal da Drª Berta. É que a população já começa a falar mal de vocês por não fazerem mais nada senão isso, sendo que o fazem só por fazer, sem razão e, acho eu que, muitas vezes sem vontade... Temos que agradar os chefes (dos dois tipos)..
Fiquei no 3º para não me alongar. Amigos do Blog, a quem desejar continuar façam favor..
15 janeiro, 2009
09 janeiro, 2009
Pontos de Vista
Tab, «The Calgary Sun» & «Cagle Cartoons» 07 janeiro, 2009
São os socialistas que o dizem III
Monteiro da Silva, primeiro presidente da APIA (Agência para a Promoção do Investimento dos Açores), ex-presidente do conselho de administração da EDA e ex-conselheiro politico de Carlos César na "Convenção para Uma Nova Autonomia). In Correio dos Açores, 4 de janeiro de 2009.
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São os socialistas que o dizem II
"As dificuldades de âmbito económico, nomeadamente ao nível do emprego, são, com efeito, hoje como no passado, determinantes importantes na mobilidade de saída, em especial da emigração."
"Não me custa assim acreditar que esta venha a ser considerada uma solução por parte de quem se sente sem perspectivas de trabalho na sua terra de origem."
Gilberta Rocha, especialista em Demografia, Professora Universitária e antiga deputada regional do Partido Socialista in Diário Insular.
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São os socialistas que o dizem
“Com o fim das quotas leiteiras e o continuar de uma política de investimentos não reprodutivos, os Açores vão voltar a ser assolados, num prazo de 15, 20 anos, pela emigração”
“vamos voltar a ter de sair daqui para ter onde trabalhar e ganhar a vida”
"a Região tem vindo a fazer investimentos de rico, quando é pobre, paupérrima, aliás como o resto do país”
Artur Da Cunha Oliveira - Militante do Partido Socialista e antigo eurodeputado in Diário Insular.
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06 janeiro, 2009
04 janeiro, 2009
Lavoura açoriana em risco.
Hoje no açoriano oriental é notícia que cerca de 100 explorações agrícolas da ilha da Terceira estão em risco de fechar devido à descida do preço do leite.
29 dezembro, 2008
Personalidades do ano.
17 dezembro, 2008
16 dezembro, 2008
Suboxone
15 dezembro, 2008
Fazer o preço
09 dezembro, 2008
05 dezembro, 2008
O Poder da Atracção
- Sentido de participação política. Os jovens de hoje são os mais informados da história do país, mas menos participativos. Esta natureza advém do falhanço das políticas educativas, em especial da história recente de Portugal. Também, porque as jotas não conseguem ter grande actividade política e ideológica, não falo das estruturas de topo, mas das de base. As actividades são mais de carácter recreativo.
- Ideologia. Não há uma definição ideológica dos partidos, vagueiam atrás do voto. Os partidos e as jotas não estão preocupados em ensinar e sedimentar a ideologia. Mais de metade dos jovens entraram nas jotas, porque é o partido do pai, porque está lá o irmão, o primo, o melhor amigo, @ miud@ que se gosta, o António e o Manel. Não há sentimento ideológico e depois de se fazer parte da estrutura, não há a preocupação de se explicar e ensinar a ideologia e o porquê de ser-se do partido X.
- O trigo e o joio. Sendo as jotas estruturas informais - ou pelo menos, menos formais - tem ciclos interessantes, para se ganhar um congresso ou uma votação não é preciso ter grandes ideias e propostas, basta ter muitos amigos. Isto, acaba por afastar alguns que podem ter ideias, mas não têm amigos.
- Saber entrar e sair/ Trampolim. As estruturas de base (núcleos) são algo monárquicos, entra-se para a liderança aos 18 fica-se lá uma data de anos e só se sai se for para um cargo maior. As jotas são entendidas como trampolins pessoais, coloca-se o eu à frente do nós.
- Discurso jovem. Há uma equação que poucos conseguem resolver, um discurso que os jovens percebam com ideias definidas e profundas. Quando há a primeira parte, falha a segunda - e vice-versa.
- Formação. Não há apostas na formação dos líderes de base (núcleos e concelhias), muitos acabam por ter actividades mais recreativas do que políticas, porque também não têm formação.
- Agenda e ideias próprias. As jotas têm que ter uma agenda própria e não podem viver das questões fracturantes. As jotas não têm actuações niveladas, andam aos altos e baixos ao longo dos anos.
- Distanciamento dos políticos. Os políticos estão noutro mundo e só descem às ruas no mês antes das eleições. Não basta fazer o porta a porta de quatro em quatro anos.
- Conhecimento. Muitos jovens acabam por não entrar nas jotas, porque não sabem o que elas fazem e para que servem. Depois, é preciso saber-se em qual entrar.
- Autonomia financeira. A região é pequena e a administração pública é o grande empregador, convém estar caladinho se queremos trabalho, ou pelo menos não ser do partido contrário do empregador. De preferência, é bom ser do partido do empregador...
- Pensamento. Nas jotas e nos partidos, querem ao seu lado, pessoas que pensem o mesmo. Se fosse eu, queria ao meu lado pessoas que pensem de forma diferente de mim, porque para chegar às mesmas conclusões, já tenho o meu cérebro. A realidade, é que se afasta os que divergem e agrupa-se os que pensam da mesma forma, isto limita as tomadas de posição de qualquer estrutura.
- Liberdade de expressão. Entrar num partido ou jota limita a liberdade de expressão, criticar abertamente o partido é mal visto. É impossível limitar-se a expressão dos jovens quando estão em fase de consolidação intelectual.
Quanto a mim, os pontos essenciais são os 7.8.10.12, também, porque não tenho disponibilidade e não serei uma mais valia. Estou afastado dos partidos, mas sigo com atenção os problemas que afectam o meu meio, e é isso que considero importante. Sei que muitos irão discordar, está aberta a discussão. Os que são velhos leitores do In Concreto, saberão que já estive na JS. Entrei por empurrão de um primo líder de núcleo, nunca fiz qualquer participação ou intervenção. Infelizmente, acho que a minha experiência nas jotas é espelho de grande parte dos jovens que fazem parte nas jotas. Porque é que sai? Comecei a pensar pela minha cabeça...
04 dezembro, 2008
Homenagem II
Francisco Sá Carneiro
Quem o conhecia, e quem leu o seu legado dizia que se tratava de um grande homem, com uma visão para o futuro, com coragem, determinação e o carisma necessários para levar Portugal mais longe. A sua afirmação no Partido não se deu sem controvérsia. (como parece apanágio dos grandes líderes). Fundou o PPD (depois designado PPD-PSD,, liderou, saiu, voltou, formou governo com a AD (juntamento com Freitas do Amaral do CDS e Ribeiro Telles do PPM)... e quando partiu para um comício do Porto, morreu, juntamente com Adelino Amaro da Costa (ministro da defesa), com a sua companheira Snu Abecassis (sua companheira, mesmo depois de não estar ainda o seu divórcio formalizado, o que suscitou grandes críticas e preconceitos da sociedade portuguesa), com o piloto e co-piloto.
O PSD, como o blog PPTO diz, ainda hoje está órfão de pai.
03 dezembro, 2008
Desertificação. E nós?
Esta mesma conclusão foi projectada pelo INE, num estudo publicado já em 2005, chamando particular atenção para a acentuada diminuição da população nas regiões do interior, em oposição a uma cada vez maior concentração nas grandes áreas urbanas. Este fenómeno, com principal origem na crescente diminuição das taxas de natalidade já está a atingir a Região Autónoma dos Açores que, mesmo sendo a região de Portugal com maior índice de população jovem, não foge a esta regra. O problema manifesta-se em algumas das nossas ilhas mais pequenas, não só por haver cada vez menos nascimentos mas sobretudo pelo comprovado êxodo de jovens à procura de melhores condições de vida noutras paragens.
Estatísticas da Educação sobre o número de alunos que frequentam as Escolas da Região demonstram uma clara e sistemática diminuição da população estudantil. Se no ano lectivo de 1993/1994 havia 21.264 alunos matriculados no 1º ciclo do ensino básico, dez anos depois este número caiu para 16.981. Notícias publicadas em 2007, que deveriam ser motivo de alarme e de grande preocupação para o governo da Região, davam conta que o número de alunos matriculados naquele 1º ciclo para o ano lectivo de 2007/2008 seria agora de 13.877. Ou seja, em pouco mais de uma década os Açores perderam 7.287 alunos. É muita gente que vai fazer falta ao nosso desenvolvimento.
É preciso encontrar e implementar soluções para contrariar esta tendência.
Ora, se uma maior concentração de população leva ao desenvolvimento das actividades económicas e consequentemente à criação de emprego, à construção de equipamentos colectivos e a melhores transportes e vias de comunicação, é inegável que cada vez mais jovens vão continuar a deslocar-se para as grandes áreas urbanas, levando à crescente desertificação das suas regiões de origem.
01 dezembro, 2008
Paralelo de Debate
Este blogue tem, porém, uma qualidade que nem a Máquina de Lavar nem qualquer outro com base nos Açores tem: é composto por um grupo de jovens interessados em debater assuntos do nosso interesse comum. Há muito que tenho consolidado o pensamento que os blogues são excelentes plataformas para a discussão de ideias; reunindo as condições necessárias para serem autenticas tertúlias virtuais. O Paralelo 37 tem agora todas as condições para estar na vanguarda desse espaço virtual de discussão, que se quer saudável, mas sem receios de confrontar opiniões.
Um bem-haja a todos!






















